sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O Calabouço mais vazio de todos os tempos...

Ontem caiu uma daquelas chuvas de parar a cidade, e eu acabei dando "sorte" de chegar no Calabouço antes a rua encher, resultado, mais ninguém (além do Bruno e o do Americano) conseguiu chegar.


Stone Age para esperar mais gente chegar.

Tentei jogar um Abalone com o Arthur antes dele ir viajar, mas acabamos não terminando a partida. Depois de esperar o Bruno e o Americano jogarem um D&D: Minis puxamos um Stone Age.

Os dois jogam muito esse jogo, então eu já sabia que ia entrar para fazer figuração, o resultado foi o esperado, Americano em primeiro, seguido do Bruno comigo muuuuito atrás.


Kingsburg para esperar a água da rua baixar.

Depois rolou um Kingsburg, mais um jogo em que gostaria de saber jogar mas me falta quantidade de partidas. Desse vez o viciado é o Bruno, que ficou em primeiro, com o Americano em segundo e eu (devido a umas porradas dos bichos de final de ano) em último.

E foi só. Agora Calabouço só em 2010. A todos os amigos um bom natal e um ano novo cheio de jogatinas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Aqui só se joga Essen.... ou quase!

Quinta de Calabouço tranquilo, quando cheguei já estavam começando uma partida do In the Year of the Dragon, então fiquei na "de fora" esperando o resto do povo ir aparecendo.

Os que chegaram logo depois foram Fel, Groo e Rodrigo Gonzalez e aproveitamos para puxar o primeiro "Essen" da noite o Assyria (por que agora o Groo disse que só joga Essen, que povinho mais mal acostumado).


O bacana (e bonito) Assyria da Ystari Games.

No jogo somos tribos nômades preocupadas em crescer nosso território, alimentar a galera que tá no deserto, subornar a chefia para ter privilégios, se proteger das enchentes e é claro arrumar uns camelos (que é a moeda corrente no jogo).

A mecânica depois que você pega ela é bem simples, primeiro temos que plantar/colher comida para sanar a necessidade das cabanas, feito isso começamos a expandir nossos territórios colocando cabanas no tabuleiro e em seguida alimentando o que dá (alguns acabam morrendo de fome e as cabanas voltam pro dono).


Galera animada no Dominion (predileto da casa).

Feito isso vamos angariar fundos (cosneguir camelos) para realizar ações e pontuar conforme cabanas no mapa ou poços construídos. Passada essa fase podemos realizar algumas ações (como construir/ampliar zigurats, fazer oferendas aos deuses) para depois começarmos uma nova fase até que um dos reinados termine em enchente e pontuemos (são 3 reinados no total).

O joguinho é legal, bem no estilo Ystari, que faz jogos bacanas, bonitos e nada "bobos". Na nossa partida o Fel começou mal (reclamando que o jogo era quebrado e que ele tava fudido e ia perder) mas acabou ganhando, seguido na cola pelo Rodrigo, comigo em terceiro mas bem atrás e o Groo um ponto atrás de mim em último.

Depois disso já tinha uma mesa animadíssima de Dominion (um dos prediletos da casa) com a expansão Seaside (que eu achei boa demais) e outra jogando um Leonardo da Vinci. Para não ficarmos parados, puxamos um Dungeon Lords que eu tava querendo muito conhecer.


Partidinha de Leonardo da Vinci.

A galera das antigas vai lembrar do Dungeon Keeper do computador, e o jogo é exatamente isso passado para o tabuleiro. Nele somos donos de masmorras e temos que construir nossas salas, alimentar nossos imps trabalhadores, contratar monstros isso tudo para nos "protegermos" dos heróis que querem invadir nossa "casinha" e roubar nossos tesouros.

O Vlaada Chvátil tem se tornado um dos grandes nomes em design de jogos, e esse é mais um que vai figurar entre os grandes lançamentos de 2009. Jogo fácil de explicar, mas cheio de nuances e detalhes que tornam ele bem "cabeçudo".


As masmorras do excelente Dungeon Lords.

O jogo se passa em dois "anos" e a cada estação temos umas fases de preparação, execução de ações e coisas ruins que acontecem aos "donos de masmorras". Passado esse ano, um grupo de aventureiros sem coração tenta invadir seu dungeon, para isso temos 4 rodadas de combate, a cada rodada em que pelo menos um aventureiro se mantém vivo uma parte da dungeon é descoberta (e isso vai acarretar em perda de pontos no final).

Não deu para jogarmos o segundo ano, mas terminamos o primeiro ano todo e o jogo é bom pra caramba. Assim como o Galaxy Trucker (outro jogo do Vlaada) fica a vontade de jogar novamente assim que acaba a partida.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Calabouço Derretido - Joga do Zumbi Escaldante

Rio 40º, a sombra, e dia de Calabouço das Peças! Pensei com meus poucos neurônios que restaram para assuntos menos importantes, já que o restante está reservado para pensar só em boardgames, que haveria poucos jogadores devido ao calor escaldante que faz em nossa cidade. Tudo bem que no dia seguinte era feriado, mas estava quente demais, de tal maneira que dava para pegar uma praia às 22:00h tranqüilo. Porém me enganei, já que o Calabouço "bombou" de gente e confesso que nunca vi o local tão cheio (nota do Cacá: tinham mais de 45 pessoas). Não tinha lugar para jogar, daí o Arthur teve que liberar sua câmara secreta (hum, nossa!!!), que é uma sala separada no Calabouço, para que a galera pudesse jogar.

Para esquentar as turbinas o Fel e o Arthur começaram uma verdadeira "pelada" de futebol de botão. Teve goleiro caído no campo sem atendimento médico e várias bolas da trave, mas gol mesmo que é bom... nada. Até que chegou o Cacá com o seu time de futebol afegão para desafiar o Fel e seus comandados. Depois de várias ameaças terroristas, Cacássone teve que engolir a derrota para o representantes do ocidente pelo placar de 3 a 1.


Partidinha de botão que tem virado mania no Calabouço.

Rodrigo 50% Ramos chegou, e entre uma cerveja e outra mandou bala no Abalone contra o Carlão Merino, o vândalo do portão, lenda no jogo e instrutor internacional.

Franklin e Filipe começaram uma partida de Scepter of Zavandor com mais dois jogadores, logo após o anúncio de que o Victor não compareceria ao Calabouço por causa do calor infernal.

Arthur vendia picolé e salgadinhos, enquanto Cacá liberava as formigas das empadas com agrotóxico iraquiano. Fel vendia uma pilha de jogos novos, anunciando promoções, parcelamentos e parceira com a Visa e o Mastercard.

Deputado Camilo Sujeira chegou um pouco mais tarde, mas entrou na onda comercial
e anunciou seu mais novo livro: "Pessoas inteligentes jogam tabuleiro mesmo em
véspera de feriadão".

Bouzada estava em Curitiba, tentando convencer o atendente do hotel que Twilight Imperium 3rd é a melhor coisa que existe no mundo.


Outro grande abstrato, o Abalone.

Não querendo ficar de fora da festa, aceitei o convite do Cacássone e do nosso místico amigo Mayapur para uma partida de Endeavor. Este é um jogo que ainda não vi quem não goste. Jogo bonito, gostoso de jogar e razoavelmente rápido. Nele os jogadores representam nações européias colonizadoras quem tem o objetivo de descobrir novas terras e adquirir tecnologia, cultura etc. Nossa partida foi marcada pelo tremendo esforço do Cacá em manter o Zé Colméia na mesa. Por duas ou três vezes presenciamos a cena do Cacá entrando com o Zé na sala puxando-o pela orelha. Para completar o quinteto tínhamos o Mário como um dos aspirantes
a colonizadores, visto que a maiora só tinha jogado uma ou duas vezes o jogo.

Durante a partida o Mayapur tentou intimidar o Cacá e fez um ataque surpresa a uma de suas bases secretas para treinamento de homens-bomba. Cacá, que só não é mais vingativo que o Deputado Camilo Sujeira, jurou derramar sangue no Ocidente. E não deu outra, toma pancada no Mayapur. Cadu foi se expandindo sem ser muito incomodado e conseguiu dois governadores de terras recém-descobertas. O problema de ter dois governadores era a questão política envolvida... o pessoal tava brigando por verbas maiores e merenda das crianças... etc. Mário também expandia sem ser muito incomodado, com seu jeito mineiro de ser, quietinho no
seu canto. Zé Colméia, assessorado pela namorada, estava chamando a atenção pela seqüência de shippings duplos seguidos. No final, após alguns ataques ao Mário, Cadu conseguiu uma vitória apertada com 58 pontos, seguido de perto do Mário com 56 e com os outros jogadores com pontuação entre os 50 e 54 pontos.


Ninguém resiste ao bacana Endeavor.

Depois do Endeavor juntou-se a nós o Leandro, no lugar do islâmico Cacássone, para uma partida de Snow Tails, que na tradução tosca do Victor é algo como: "Caudas da Neve", hummm!? O Mário tratou de explicar o jogo, que nada mais é que uma corrida de trenós puxada por cães, com um sistema de "drifting" genial e muitíssimo divertido. Depois de posicionar os trenós na linha de largada os jogadores começam a dar velocidade a cachorrada para alcançar as melhores posições. Mayapur, nosso amigo místico do Tibet, pediu um momento para realizar uma oração e queimar incenso, pois em sua religião os cachorros são bichos sagrados e tem que ser protegidos... hummm?! Zé Colméia, que já fez curso de sobrevivência no Everest, tomou a dianteira da corrida junto com o Mário (aquele mesmo que te trancou no... deixa pra lá), enquanto Leandro, Cadu e Mayapur ficaram um pouco para trás. Logo antes da primeira curva tinha uma radar eletrônico da CET RIO, que o Zé Colméia devidamente batizou de "Pardal das Neves", para multar trenós acima do limite de velocidade. Como eu e o Leandro esquecemos desta regra tivemos que frear os trenós e passar bem devagar enquanto o Mayapur se juntava ao grupo de elite que estava dominando a corrida. Duas curvas a frente vem o primeiro "Bosque Encantado" onde a princesa Léia Rossi gosta de passar as tardes jogando tudo que tem a marca "Estrela" na caixa.


Não pode faltar no Calabouço uma mesinha de Can't Stop.

Para desviar das árvores do bosque sem danificar o trenó o Mayapur estava fazendo uma conta complicadíssima, invocando monges ancestrais na tentativa de obter alguma ajuda. Zé Colméia chutou o balde e deu trabalho pro GreenPeace depois de derrubar um pinheiro raríssimo para alcançar uma melhor posição. Mário conseguiu manobrar e escapar da primeira sequóia, mas não teve como desviar da segunda e deu de cara com um guarda florestal. Mayapur, que a essa altura já tinha terminado de fazer as contas, entendeu que o melhor naquele momento era
ficar... parado.... isso mesmo... parado. Ficou parado ali, por umas duas rodadas, até conseguir desviar de cada arvore pelo caminho. Com isso o Cadu (diga-se EU), que vinha atrás não teve como desviar e tome pancada na árvore. Leandro, que estava dividindo a lanterna com o Cadu, se aproveitou da situação, e com manobras espetaculares conseguiu assumir a liderança provisória da corrida. Mais a frente outro bosque para atrapalhar os competidores, e era um
tal de cachorro dar de cara na árvore... afinal errar é canino!!! Os resultados foram surpreendentes. Mayapur chegou em último depois de muita meditação diante do bosque sagrado. Só conseguiu chegar depois que uma equipe de resgate foi destacada para encontrá-lo. Mário, que jura que foi atrapalhado pelo Abominável Homem das Neves, chegou em quarto lugar. Em terceiro ficou o Leandro, com sua corrida de recuperação, apesar de ter se confundido e embaralhado a sua carta número cinco com o monte de compras, o que o fez perder a segunda posição para o Cadu que chegou com seu trenó em frangalhos... ou melhor... o trenó do Tio
Rufus... não sei como vou explicar isso para ele!!! O grande campeão foi o Zé Colméia que fez muito bem a última curva e mandou bala na reta final para receber o troféu... um pacotão de Papita Champion que foi o patrocinador do evento!


C&C: Ancients estreando nas jogas do Calabouço.

Um lance legal do Snow Tails é a peça "Pata de Cachorro" que é uma espécie de cartão vermelho para quem fica demorando muito a jogar. Muita gente deu "patada" no outro para que o jogo fluísse. Em homenagem ao nosso amigo e pensador eterno Bouzada, guardamos uma pata de cachorro honorária para ele...

Duas horas da manhã, hora de ir embora, mas a casa continuou cheia... Enquanto isso o Shamou, que estava vindo para o evento eram 19:00h, sob os efeitos de Tequila estragada se perdeu e foi parar num local reservado para canteiro de obras das Olimpíadas de 2016. Para não perder viagem ele se juntou aos peões numa animada partida de sueca. Ele até arriscou explicar para os novos amigos o que é uma Math Trade... mas aí já é uma outra e longa história que nem a
filosofia irônica do Carlos Salles consegue explicar.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Calabouço do Zumbi



Fala povo, quinta-feira é véspera de feriado do Zumbi (o dos Palmares), então teremos Calabouço estendido.

As atividades começarão às 19:00h de quinta como de costume, mas vão até 12:00h de sexta, então podem vir na animação.

Além do esquema de sempre (entrada 5,00 e salgado/empada 2,00) teremos sorvetes (1,00 picolé / 2,50 potinho / 4,00 potão) e cerveja em garrafa (3,00).

Outra coisa, teremos várias estreias de jogos e é claro os preferidos da galera (Stone Age, Dominion, DOG, D&D Minis, Futebol de botão entre outros). Apareçam, vai ser bacana.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Novidades da Essen e Math-trade

Ontem o Calabouço serviu de "QG" para organização dos envios dos jogos trocados na math-trade brasileira. Isso fez com que o povo desse uma passada lá e mesmo com tanta coisa disponível, acabasse não jogando nada (como o Cadu e o Flávio).

Mas o povo que ficou por lá não pode reclamar do repertório. A galera "da casa" estava treinando para torneios de Dungeon & Dragons Miniatures, então Arthur, MGM, Rocco, Bruno, Americano e Renato ficaram se revesando no jogo.


Carson City com seu terreno ainda pouco construído.

Já a galera do tabuleiro abriu logo duas mesas, uma ficou no In the Year of the Dragon e a outra estreiou o Carson City.

Para quem quiser uma resenha mais detalhada do Carson vale a visita no meu blog. A nossa partida foi a primeira de todo mundo, então as decisões foram bem aleatórias nas primeiras rodadas, mas conforme íamos conhecendo melhor o jogo fomos vendo quais as melhores formas de pontuar e ganhar dinheiro com as construções. No final o Fel ganhou, com o Groo em segundo seguido do Filipe, eu e Carlão em último.


O bacana Mykerinos de volta à mesa.

Depois disso o Franklin estava pilhadão pra jogar o Agricola com expansão, mas tava quente pra cacete, tinha muito mosquito e a gente tava querendo dormir cedo, então desistimos. Antes de decidirmos o que jogar, eu ensinei o TZAAR pro Fel, foram duas partidas rapidinhas.


Os fantasmas do Ghost Stories começando a festa.

Depois eu, Zé e Fel jogamos um Ghost Stories e na outra mesa rolou um Mykerinos. Na nossa partida o Fel ficava dizendo o que eu e o Zé faríamos, mas efetivamente não matava muitos fantasmas, nós dois exorcizamos um bocado deles, mas não foi o suficiente para ganharmos a partida.

De um modo geral foi um bom Calabouço, mas acho que daqui a pouco vamos ter que optar por jogos de tabuleiro aquáticos, pois o verão tá vindo "de com força".

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Hot, hot... hotter than hell!!!!!

Verão batendo a porta e o Rio de Janeiro tá começando a ficar "Rio 40ºC". Isso tem reflexos diretos no Calabouço, primeiro que a quantidade de líquidos que estamos bebendo é muito maior, outra coisa são os jogadores sem camisa (seria interessante se não fossem só "sacudos" jogando).

Mas isso não tira o ânimo da galera, ontem a casa estava novamente bombando, tinham 5 mesas rolando simultâneas e geral se divertindo.


O tabuleiro diferente do TZAAR.

Minha primeira mesa da noite foi uma learning-session do TZAAR com o Filipe. Esse é mais um jogo do GIPF Project, e nele o sistema de jogo é ir tirando as peças do adversário fazendo que um determinado tipo (das 3 existentes) seja completamente eliminado.

Essa série tem realmente jogos muito bacanas e é difícil entre os três que eu já joguei dizer qual eu gostei mais. Jogamos 3 partidas diretas e o Groo ainda jogou uma com o Carlão.

Depois disso formamos uma mesa com o Cavum. Nesse jogo somos mineradores que temos que descobrir veios de pedras preciosas para depois vender e ganhar nossos pontinhos.


Os tuneis e os veios de pedras preciosas no Cavum.

O jogo rola em 3 rodadas, onde cada jogador tem 12 ações a serem realizadas, sendo que a última é prospectar os veios e recolher as pedrinhas. Como o jogo é bem aberto a cubreadas, essas acontecem bastante, fazendo com tenhamos que pensar e repensar muito na nossa jogada (o que deixa o jogo meio lento).

Na partida Groo e eu abrimos uma boa dianteira nas duas primeiras rodadas, mas mesmo assim na rodada final o Filipe ainda fez uma graça e quase chegou junto. Eu acabei ganhando com uma diferença de 4 pontos pro Groo, com o Filipe em terceiro e o Carlão em quarto.

Depois disso uma galera estava terminando o Kingsburg e o Mr. Jack e as mesas foram refeitas lá na parte de cima e eu desci, pra onde não estava um inferno de quente, e fui jogar botão.


Será que o Jack conseguiu fugir no Mr. Jack?

Esperei a partida entre o Camilo e o Renato II terminar (com a vitória do Camilo) e peguei a "de fora". Ontem eu tava quente, já tinha ganho todas no TZAAR e no Cavum no botão não foi diferente, 3x1 contra o Camilo. Depois um 3x0 contra o Renato II que devolveu o placar na última partida, mas com aquele calor todo meus jogadores já estavam muito cansados (hehehehhe).

Foi isso, saí relativamente cedo (antes das duas) e o pessoal ainda tava animado (mas com calor) começando umas mesas de Twilight Struggle e Le Havre.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Futebol de botão bombando no Calabouço

Dia de casa cheia, pessoal novo chegando pra conhecer e a galera "old-school" tocando o horror.

Quando eu cheguei só tinha o Arthur dando mole, resultado, dois tempos de 10 minutos no futebol de botão. As nossas partidas estão terminando invariavelmente empatadas, mas a qualidade das jogadas está melhorando consideravelmente. Final 1x1.

Depois o Filipe chegou e enquato o Arthur ia esquentar as empadinhas mais uma partidinha, dessa vez o Pontiguiba fez bonito, mas o adversário não jogava a muito tempo, tem que dar um desconto. Final 3x1.


A cada vez mais regular mesa de botão do Calabouço.

Com a casa começando a bombar abrimos duas mesas. Uma puxou um Le Havre (Fel, Juan e Bruno) e outra um El Grande (eu, Zé, Filipe, Groo e Rodrigo), mais tarde ainda abriu uma de Stone Age com a mulecada nova e o Americano e o Fel jogou um Warhammer: Invasion com o Bruno.

O El Grande era uma "falha lúdica" pro Filipe e pro Zé que nunca tinham jogado esse clássico de 95, ontem eles riscaram essa com uma boa partida. O Groo ficou marcando o Zé, enquanto as primeiras posições alternavam entre eu, Filipe e o Rodrigo.


O rei tomando conta do castelo no El Grande.

Mas com um jogo mais consistente e uma pontuação mais regular o Rodrigo abriu uma boa dianteira no último terço do jogo e levou a partida, a segunda colocação ficou com o Filipe poucos pontos a minha frente deixando o Zé em quarto e o Groo em quinto (pra delírio do Zé).

Depois disso rearrumamos as mesas, uma puxou um Giants (Rodrigo, Filipe, Zé, Original e Groo) e eu e Camilo fomos jogar botão.

O Camilo ficou zoando que não perdia e tals e eu caí na asneira de achar que já tinha tirado a ferrugem, resultado, na primeira partida (alternando em bolinha e dadinho) tomei uma porrada vexatória, 5x1.


Partida animada (e demorada) de Giants.

A segunda partida foi mais disputada, o Camilo abriu 2x1 eu virei pra 3x2 cheguei a ampliar, quando o relógio tocou eu novamente fiz besteira e sugeri mais 2 minutos pelas paralizações para pegar bolinha e tals. Me ferrei, o Camilo virou para 5x4.

Depois disso foi hora de conhecer um jogo que o Fel tinha dito que eu iria gostar, o Ad Astra (mesa comigo, Camilo, Franklin e Americano). Ele é um jogo de exploração com negociação que utiliza a mecânica de seleção simultânea de ações de uma forma que eu não lembro de ter visto antes.

Cada jogador tem um deck de ações e existe um tabuleiro onde cada jogador coloca uma ação de cada vez, na ordem que lhe bem interessar e depois que cada um colocar 3 para o turno, elas são abertas na ordem e executadas por todos. Muito interessante e com decisões pensadas em cima do que os outros podem fazer.


Os planetas "arrumados" para serem explorados no Ad Astra.

Na nossa partida cada um partiu para um tipo de pontuação e todos pontuaram relativamente bem em algum ponto do jogo, mas no final deu Franklin que abriu uma vantagem grande no final, seguido pelo Americano com o Camilo em terceiro comigo em último.

Quando saí o povo ainda ia puxar alguma coisa, enquato dentro da casa do Arthur rolavam várias partidas de botão entre ele e o Renato II.