
Ontem foi dia de Calabouço light, os jogos que viram mesa (tirando um twilight Zavandor com Nobre e mais dois) foram só pra passar o tempo e na maioria dos casos, para cubrear os adversários.
Cheguei cedo e já tinha uma mesa de D&D Minis rolando com Rocco e Americano, então eu, Arthur e o Daniel Botafoguense puxamos uma mesa de Não Entre Pelo Cano.
Minha encanação devidamente cubreada
no Não Entre Pelo Cano.
Esse é um joguinho de cartas em que você tem que montar sua tubulação do registro até a torneira sem deixar vazamentos (que são "gentilmente" fornecidos pelos adversários). Jogamos duas partidinhas rápidas, na primeira o Arthur conseguiu ganhar, mas na segunda foi tanta pernada que a partida terminou sem vencedores.
Depois com a chegada do Renato armamos uma mesa de Fearsome Floors. O Jason fez a festa, principalmente com a família Addams (pecinhas do Renato) que volta e meia tinha alguém morto. No final eu consegui salvar os meus "topetudos" e levei a partida.
Jason esperando pra fazer a festa no Fearsome Floors.
A casa foi enchendo e o Kiko chegou com o cunhado (doravante chamado de Robin), que já tinham jogado um Abalone pra aquecer, e com a mesa cheia pegamos um Rum & Pirates.
A partida foi disputada, mas eu tava na noite do "pega-escorpião" (que são tiles que tiram pontos no final da partida), muitos deles "gentilmente" cedidos pelo Renato que acabou ganhando a partida, eu e Kiko empatados em segundo com Arthur em terceiro e Robin em último.
"Sigam o capitão" dizem os piratas do Rum & Pirates.
Mais farra dessa vez com Ziegen Kriegen (ou o jogo dos bodinhos) já com o Shamou na mesa. Jogamos umas três partidas, em duas ele ganhou (é o rei do bode) e a outra ninguém ganhou por conta de uma ilhota ridícula de pequena.
Ainda deu tempo para duas partidas de Zack & Pack (Arthur levou uma e o Kiko outra) e uma emociontante corrida no Snow Tails, que depois de dominada praticamente todo o percurso pelos meu trenô acabou vencida na reta final pelo Arthur, com o Kiko em segundo e eu em terceiro (por uma casa de diferença).
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Calabouço dos fillers
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
"Pra não dizer que não falei das flores"
Como todos as lendas do calabouço andam meio ausentes e para o blog não ficar as moscas, só me resta escrever o Report.
Participantes por Ordem de Chegada no Calabouço: Rocco / Arthur / Anne / Rafael / Renato / Cristine / Cecilia / Lorena (irmã da Cecilia) / Marcelo / NeyNobre.
Puerto Rico, vendo mesa depois de algum tempo. Foto BGG.
Bom rocco chegou antes do calabouço abrir, eu cheguei em cima da hora, logo depois chegou a Anne e em seguida seu primo. Ficamos conversando esperando o povo chegar, só que só o Renato chegou. 9 da noite Anne e o primo vão comer salada no Adão e na volta começaria uma partida de Rum & Pirates que acabou não acontecendo porque umas 9:30 o povo finalmente começa a surgir em peso. E lego começa uma mega mesa de Saboteur onde Renato ganha as três rodadas e leva o jogo. Após essa partida Renato, Rocco, Anne e Rafael descem para ficar tomando cerveja e jogando papo fora. Então começa uma mesa de Atributte onde como sempre rolou varias pérolas da sabedoria popular como: "Segundo a Cristine Chicletes são nutritivos.", "Segundo o Ney Incubadoras são perigosas a saúde." e muitas outras que não me vem a cabeça agora.
Um dos novos "prediletos da casa", Zack & Pack. Foto BGG.
Após isso rolou umas 3 partidas de Zack & Pack com todo mundo, e depois os participantes se dividiram em 2 mesas.
Na primeira comigo, Cecilia, Marcelo e Nobre. Rolou um Snow Tails. Onde Cecilia amante de contas levou o jogo com uma corrida perfeita passando no final o imprudente do Marcelo. Me restando a terceira posição enquanto o Nobre ainda batia a cabeça para entender como controlar os cachorros na curva.
Na segunda Ney foi explicar In the Year of the Dragon para Lorena e Cristina. O jogo correu bem, apesar que as garotas queriam tirar o couro do Ney por esquecer da existência da regra de deixar de colocar o dragão para completar o gold, fazendo elas se estreparem com o imperador. Apesar disso elas gostaram bastante do jogo.
Os trenós do Snow Tails mostrando sua cara também. Foto BGG.
Pessoa da cerva foi embora umas 3:30 da manha. Apos acabar o ano do Dragão que já eram umas 4 e pouco da matina, Cecilia e Irmã se foram. Ney ficou jogando Abalone com a Cristine, Ambos ficaram apaixonados pelo jogo.
Enquanto isso jogava uma partida com Nobre e Marcelo de Puerto Rico (o qual o Marcelo trouxe para aprender a regras). Ambas as partidas acabaram perto das 6 da manha, onde todos viraram abóboras.
PS: Sorvete agora mais barato pote de 230 ml por RS 2:00 e segundo a opinião dos partcipantes a nova marca tanto para pícole como Sorvete e mais gostossa =]
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Primeiro Calabouço do ano.
Ontem depois de quase um mês, voltei ao Calabouço, e além de mim tiveram umas presenças ilustres com o Guilherme "Peitola" com a patroa e o amigo Rômulo (da Lista Lúdica).
Devido ao dilúvio que rolou o quorum foi baixo, mas deu para jogar umas paradinhas. Logo de cara rolou um Abalone com o Arthur que eu acabei perdendo.
Partidinha de Abalone para abrir os trabalhos.
Depois partimos para a primeira partida de Betrayal da noite. Nesse jogo somos exploradores numa casa abandonada cheia de mistérios, até o momento em que um dos jogadores se torna o vilão do jogo e uns tentam sobreviver enquanto o vilão tenta matar todo mundo.
Na primeira partida tivemos que enfrentar a banshee que era controlada Peitola, mas os sobreviventes não deram nem pro começo.
Depois disso uma partidinha leve de Zack & Pack já com a chegada do Tiago (que apareceu pela segunda vez ao Calabouço). Partida boa e equilibrada, mas o Rômulo conseguiu gerir os prejuízos melhor e ganhou o jogo.
O térreo da casa do Betrayal ainda sendo descoberta.
Para fechar a noite (pelo menos a minha), mais uma rodada de Betrayal. Dessa vez a "maldição" do jogo começou sem traidores, o que facilitou muito a vida para os sobreviventes, que antes que as sombras sinistras começacem a se mover já tinha resolvido boa parte do objetivo.
Só deu tempo das sombras matarem o Arthur, mas não foi o suficiente, desconjuramos a entrada para o outro mundo, e as sombras ficaram no limbo para sempre.
E foi isso, tava com uma dor de cabeça fudida (maldita coluna) e fui para casa. Segundo o Rômulo rolou um Zavandor até tardão depois.
domingo, 27 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
O Calabouço mais vazio de todos os tempos...
Ontem caiu uma daquelas chuvas de parar a cidade, e eu acabei dando "sorte" de chegar no Calabouço antes a rua encher, resultado, mais ninguém (além do Bruno e o do Americano) conseguiu chegar.
Stone Age para esperar mais gente chegar.
Tentei jogar um Abalone com o Arthur antes dele ir viajar, mas acabamos não terminando a partida. Depois de esperar o Bruno e o Americano jogarem um D&D: Minis puxamos um Stone Age.
Os dois jogam muito esse jogo, então eu já sabia que ia entrar para fazer figuração, o resultado foi o esperado, Americano em primeiro, seguido do Bruno comigo muuuuito atrás.
Kingsburg para esperar a água da rua baixar.
Depois rolou um Kingsburg, mais um jogo em que gostaria de saber jogar mas me falta quantidade de partidas. Desse vez o viciado é o Bruno, que ficou em primeiro, com o Americano em segundo e eu (devido a umas porradas dos bichos de final de ano) em último.
E foi só. Agora Calabouço só em 2010. A todos os amigos um bom natal e um ano novo cheio de jogatinas.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Aqui só se joga Essen.... ou quase!
Quinta de Calabouço tranquilo, quando cheguei já estavam começando uma partida do In the Year of the Dragon, então fiquei na "de fora" esperando o resto do povo ir aparecendo.
Os que chegaram logo depois foram Fel, Groo e Rodrigo Gonzalez e aproveitamos para puxar o primeiro "Essen" da noite o Assyria (por que agora o Groo disse que só joga Essen, que povinho mais mal acostumado).
O bacana (e bonito) Assyria da Ystari Games.
No jogo somos tribos nômades preocupadas em crescer nosso território, alimentar a galera que tá no deserto, subornar a chefia para ter privilégios, se proteger das enchentes e é claro arrumar uns camelos (que é a moeda corrente no jogo).
A mecânica depois que você pega ela é bem simples, primeiro temos que plantar/colher comida para sanar a necessidade das cabanas, feito isso começamos a expandir nossos territórios colocando cabanas no tabuleiro e em seguida alimentando o que dá (alguns acabam morrendo de fome e as cabanas voltam pro dono).
Galera animada no Dominion (predileto da casa).
Feito isso vamos angariar fundos (cosneguir camelos) para realizar ações e pontuar conforme cabanas no mapa ou poços construídos. Passada essa fase podemos realizar algumas ações (como construir/ampliar zigurats, fazer oferendas aos deuses) para depois começarmos uma nova fase até que um dos reinados termine em enchente e pontuemos (são 3 reinados no total).
O joguinho é legal, bem no estilo Ystari, que faz jogos bacanas, bonitos e nada "bobos". Na nossa partida o Fel começou mal (reclamando que o jogo era quebrado e que ele tava fudido e ia perder) mas acabou ganhando, seguido na cola pelo Rodrigo, comigo em terceiro mas bem atrás e o Groo um ponto atrás de mim em último.
Depois disso já tinha uma mesa animadíssima de Dominion (um dos prediletos da casa) com a expansão Seaside (que eu achei boa demais) e outra jogando um Leonardo da Vinci. Para não ficarmos parados, puxamos um Dungeon Lords que eu tava querendo muito conhecer.
Partidinha de Leonardo da Vinci.
A galera das antigas vai lembrar do Dungeon Keeper do computador, e o jogo é exatamente isso passado para o tabuleiro. Nele somos donos de masmorras e temos que construir nossas salas, alimentar nossos imps trabalhadores, contratar monstros isso tudo para nos "protegermos" dos heróis que querem invadir nossa "casinha" e roubar nossos tesouros.
O Vlaada Chvátil tem se tornado um dos grandes nomes em design de jogos, e esse é mais um que vai figurar entre os grandes lançamentos de 2009. Jogo fácil de explicar, mas cheio de nuances e detalhes que tornam ele bem "cabeçudo".
As masmorras do excelente Dungeon Lords.
O jogo se passa em dois "anos" e a cada estação temos umas fases de preparação, execução de ações e coisas ruins que acontecem aos "donos de masmorras". Passado esse ano, um grupo de aventureiros sem coração tenta invadir seu dungeon, para isso temos 4 rodadas de combate, a cada rodada em que pelo menos um aventureiro se mantém vivo uma parte da dungeon é descoberta (e isso vai acarretar em perda de pontos no final).
Não deu para jogarmos o segundo ano, mas terminamos o primeiro ano todo e o jogo é bom pra caramba. Assim como o Galaxy Trucker (outro jogo do Vlaada) fica a vontade de jogar novamente assim que acaba a partida.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Calabouço Derretido - Joga do Zumbi Escaldante
Rio 40º, a sombra, e dia de Calabouço das Peças! Pensei com meus poucos neurônios que restaram para assuntos menos importantes, já que o restante está reservado para pensar só em boardgames, que haveria poucos jogadores devido ao calor escaldante que faz em nossa cidade. Tudo bem que no dia seguinte era feriado, mas estava quente demais, de tal maneira que dava para pegar uma praia às 22:00h tranqüilo. Porém me enganei, já que o Calabouço "bombou" de gente e confesso que nunca vi o local tão cheio (nota do Cacá: tinham mais de 45 pessoas). Não tinha lugar para jogar, daí o Arthur teve que liberar sua câmara secreta (hum, nossa!!!), que é uma sala separada no Calabouço, para que a galera pudesse jogar.
Para esquentar as turbinas o Fel e o Arthur começaram uma verdadeira "pelada" de futebol de botão. Teve goleiro caído no campo sem atendimento médico e várias bolas da trave, mas gol mesmo que é bom... nada. Até que chegou o Cacá com o seu time de futebol afegão para desafiar o Fel e seus comandados. Depois de várias ameaças terroristas, Cacássone teve que engolir a derrota para o representantes do ocidente pelo placar de 3 a 1.
Partidinha de botão que tem virado mania no Calabouço.
Rodrigo 50% Ramos chegou, e entre uma cerveja e outra mandou bala no Abalone contra o Carlão Merino, o vândalo do portão, lenda no jogo e instrutor internacional.
Franklin e Filipe começaram uma partida de Scepter of Zavandor com mais dois jogadores, logo após o anúncio de que o Victor não compareceria ao Calabouço por causa do calor infernal.
Arthur vendia picolé e salgadinhos, enquanto Cacá liberava as formigas das empadas com agrotóxico iraquiano. Fel vendia uma pilha de jogos novos, anunciando promoções, parcelamentos e parceira com a Visa e o Mastercard.
Deputado Camilo Sujeira chegou um pouco mais tarde, mas entrou na onda comercial
e anunciou seu mais novo livro: "Pessoas inteligentes jogam tabuleiro mesmo em
véspera de feriadão".
Bouzada estava em Curitiba, tentando convencer o atendente do hotel que Twilight Imperium 3rd é a melhor coisa que existe no mundo.
Outro grande abstrato, o Abalone.
Não querendo ficar de fora da festa, aceitei o convite do Cacássone e do nosso místico amigo Mayapur para uma partida de Endeavor. Este é um jogo que ainda não vi quem não goste. Jogo bonito, gostoso de jogar e razoavelmente rápido. Nele os jogadores representam nações européias colonizadoras quem tem o objetivo de descobrir novas terras e adquirir tecnologia, cultura etc. Nossa partida foi marcada pelo tremendo esforço do Cacá em manter o Zé Colméia na mesa. Por duas ou três vezes presenciamos a cena do Cacá entrando com o Zé na sala puxando-o pela orelha. Para completar o quinteto tínhamos o Mário como um dos aspirantes
a colonizadores, visto que a maiora só tinha jogado uma ou duas vezes o jogo.
Durante a partida o Mayapur tentou intimidar o Cacá e fez um ataque surpresa a uma de suas bases secretas para treinamento de homens-bomba. Cacá, que só não é mais vingativo que o Deputado Camilo Sujeira, jurou derramar sangue no Ocidente. E não deu outra, toma pancada no Mayapur. Cadu foi se expandindo sem ser muito incomodado e conseguiu dois governadores de terras recém-descobertas. O problema de ter dois governadores era a questão política envolvida... o pessoal tava brigando por verbas maiores e merenda das crianças... etc. Mário também expandia sem ser muito incomodado, com seu jeito mineiro de ser, quietinho no
seu canto. Zé Colméia, assessorado pela namorada, estava chamando a atenção pela seqüência de shippings duplos seguidos. No final, após alguns ataques ao Mário, Cadu conseguiu uma vitória apertada com 58 pontos, seguido de perto do Mário com 56 e com os outros jogadores com pontuação entre os 50 e 54 pontos.
Ninguém resiste ao bacana Endeavor.
Depois do Endeavor juntou-se a nós o Leandro, no lugar do islâmico Cacássone, para uma partida de Snow Tails, que na tradução tosca do Victor é algo como: "Caudas da Neve", hummm!? O Mário tratou de explicar o jogo, que nada mais é que uma corrida de trenós puxada por cães, com um sistema de "drifting" genial e muitíssimo divertido. Depois de posicionar os trenós na linha de largada os jogadores começam a dar velocidade a cachorrada para alcançar as melhores posições. Mayapur, nosso amigo místico do Tibet, pediu um momento para realizar uma oração e queimar incenso, pois em sua religião os cachorros são bichos sagrados e tem que ser protegidos... hummm?! Zé Colméia, que já fez curso de sobrevivência no Everest, tomou a dianteira da corrida junto com o Mário (aquele mesmo que te trancou no... deixa pra lá), enquanto Leandro, Cadu e Mayapur ficaram um pouco para trás. Logo antes da primeira curva tinha uma radar eletrônico da CET RIO, que o Zé Colméia devidamente batizou de "Pardal das Neves", para multar trenós acima do limite de velocidade. Como eu e o Leandro esquecemos desta regra tivemos que frear os trenós e passar bem devagar enquanto o Mayapur se juntava ao grupo de elite que estava dominando a corrida. Duas curvas a frente vem o primeiro "Bosque Encantado" onde a princesa Léia Rossi gosta de passar as tardes jogando tudo que tem a marca "Estrela" na caixa.
Não pode faltar no Calabouço uma mesinha de Can't Stop.
Para desviar das árvores do bosque sem danificar o trenó o Mayapur estava fazendo uma conta complicadíssima, invocando monges ancestrais na tentativa de obter alguma ajuda. Zé Colméia chutou o balde e deu trabalho pro GreenPeace depois de derrubar um pinheiro raríssimo para alcançar uma melhor posição. Mário conseguiu manobrar e escapar da primeira sequóia, mas não teve como desviar da segunda e deu de cara com um guarda florestal. Mayapur, que a essa altura já tinha terminado de fazer as contas, entendeu que o melhor naquele momento era
ficar... parado.... isso mesmo... parado. Ficou parado ali, por umas duas rodadas, até conseguir desviar de cada arvore pelo caminho. Com isso o Cadu (diga-se EU), que vinha atrás não teve como desviar e tome pancada na árvore. Leandro, que estava dividindo a lanterna com o Cadu, se aproveitou da situação, e com manobras espetaculares conseguiu assumir a liderança provisória da corrida. Mais a frente outro bosque para atrapalhar os competidores, e era um
tal de cachorro dar de cara na árvore... afinal errar é canino!!! Os resultados foram surpreendentes. Mayapur chegou em último depois de muita meditação diante do bosque sagrado. Só conseguiu chegar depois que uma equipe de resgate foi destacada para encontrá-lo. Mário, que jura que foi atrapalhado pelo Abominável Homem das Neves, chegou em quarto lugar. Em terceiro ficou o Leandro, com sua corrida de recuperação, apesar de ter se confundido e embaralhado a sua carta número cinco com o monte de compras, o que o fez perder a segunda posição para o Cadu que chegou com seu trenó em frangalhos... ou melhor... o trenó do Tio
Rufus... não sei como vou explicar isso para ele!!! O grande campeão foi o Zé Colméia que fez muito bem a última curva e mandou bala na reta final para receber o troféu... um pacotão de Papita Champion que foi o patrocinador do evento!
C&C: Ancients estreando nas jogas do Calabouço.
Um lance legal do Snow Tails é a peça "Pata de Cachorro" que é uma espécie de cartão vermelho para quem fica demorando muito a jogar. Muita gente deu "patada" no outro para que o jogo fluísse. Em homenagem ao nosso amigo e pensador eterno Bouzada, guardamos uma pata de cachorro honorária para ele...
Duas horas da manhã, hora de ir embora, mas a casa continuou cheia... Enquanto isso o Shamou, que estava vindo para o evento eram 19:00h, sob os efeitos de Tequila estragada se perdeu e foi parar num local reservado para canteiro de obras das Olimpíadas de 2016. Para não perder viagem ele se juntou aos peões numa animada partida de sueca. Ele até arriscou explicar para os novos amigos o que é uma Math Trade... mas aí já é uma outra e longa história que nem a
filosofia irônica do Carlos Salles consegue explicar.
