Ontem foi dia de jogatina que contou com a presença do amigo Guilherme "BH" Peitola que agora só aparece de vez em quando e o Warny que também só aparece quando tem jogo novo.
Chegando lá tava rolando uma mesa de Endeavor com o Original, Warny, Fel e Zé que não deu pra entrar, então eu, Peitola, Arthur e Filipe jogamos um Cosmic Encouter.
Novidade da semana, Endeavor.
Realmente é um jogo "farra" demais pro meu gosto, mas pelo menos é rapidinho, Arthur ganhou comigo e o Peitola em segundos e o Filipe em último.
Depois disso o Carlão entrou no lugar do Arthur (que foi colocar salgado) e jogamos três partidas de Sorry! Sliders. Duas vitórias minhas e uma do Carlão.
O pessoal surtando no Attribute.
Muito papo até o Endeavor acabar então jogamos um Attribute com a galera toda, o MGM (que é um dos "grandes" jogadores do jogo) cismou que buceta era opaca (assim como os psicopatas), efim um show de horrores. Esse é do tipo de jogo que a gente não vê quem ganha e sim a bagunça que é feita.
Depois as mesas foram redestribuidas para jogos mais sérios. Uma galera foi de Middle-Earth Quest (MGM, Arthur "Sauron", Americano e Peitola) e outra atacou de Imperial (eu, Fel, Zé e Filipe).
Mapa ainda no comecinho do Imperial.
O jogo estava meio truncado e a gente não tava entendendo por que, o Fel de Reino Unido não pontuava e apesar disso continuava comprando ações feito louco (era praticamente o único acionista), até que lembramos que o mar também pontua na taxação.
Vida ruim, jogamos assim até o final. O Filipe ganhou, eu em segundo, Zé em terceiro e Fel em último (bem-feito, ensinou a regra errada ficou na rabeira).
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
"Opacos" e Sauron atacam novamente...
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Jogatina boa, jogador nem tanto
Ainda aproveitando minhas férias ontem cheguei mais cedo ao Calabouço para jogar um Zèrtz com o Fel. Esse foi o primeiro jogo do GIPF Project que eu joguei, e já fiquei apaixonado.
Nesso você tem um tabuleiro formado por aneis e tem bolas de três "cores" para colocar neles. Na sua rodada você escolhe uma bolinha de qualquer cor e coloca em um dos aneis, logo em seguida elimina um dos aneis do jogo. Teu objetivo é capturar um número X de bolinhas de cada cor para terminar ganhar, a captura funciona exatamente como no jogo de damas.
O "tabuleiro" do Zèrtz.
Se na sua jogada tiver uma situação em que a captura seja possível, você TEM que fazer essa jogada, e não tira anel nenhum do jogo. Se por acaso um anel com bolinha ficar isolado do grupo, você também assume que capturou aquela bolinha.
O jogo é muito estratégico e de muita observação, e tem toda a idéia de fazer o adversário jogar do jeito que você quer, adorei. Jogamos duas partidas (ganhei as duas).
Depois disso geral chegou e puxamos um Cosmic Encounter (novo, da Fantasy Flight) com 6 jogadores (tivemos que inventar um sistema pro Zé).
Para quem não conhece, no Cosmic Encounter os jogadores tomam conta de um sistema formado por 6 planetas, cada jogador no início do jogo, sorteia uma raça que vem com habilidades especiais que influenciam o jogo.
Na sua jogada você abre uma carta de destino para saber qual sistema vai atacar, nesse ponto você escolhe um planeta daquele sistema e chama os demais jogadores para ajudarem na conquista. O defensor também tem esse direito.
Cosmic Encounter com o sistema Magic do Zé.
Ganha quem completar 5 conquistas primeiro. O jogo é uma farra com essa parada de chamar o povo pra ajudar na defesa e no ataque, é divertido e sempre rolam umas cubreadas das grandes. Nessa partida o Arthur e o Groo terminaram em primeiro, Fábio e Zé em segundo, Fel em terceiro e eu em último (primeiro "last one" de muitos da noite).
Depois de um Coloretto rapidinho (que eu não joguei e foi vencido pelo Fábio com um ponto de diferença para os dois segundos Zé e Juan, e dois pontos pro Fel em terceiro) rolou divisão de mesas, uma ficou com o Starfarers of Catan (Groo, Fábio, Juan e Zé), outra com o Middle-Earth Quest (Arthur, Americano, Rocco e MGM) e a minha ficou com o Le Havre (eu, Fel e Daniel "Original").
O porto de Le Havre.
O Le Havre é um jogo muito foda, mas se você fica muito tempo sem jogar rola de esquecer umas paradas básicas, e foi exatamente isso que aconteceu comigo.
O Fel e seu voto de pobreza passou fome o jogo todo pra colher os frutos nas últimas rodadas (acabou ganhando por dois ou três pontos de diferença), o Daniel também fez um jogo bem conciso e chegou pertinho da vitória, já eu me esqueci que você vende os bens no fim do jogo, e pra isso precisa de barcos e energia pra usar a "Shipping Line" resultado, último com uns 50 pontos de diferença.
Geral debandou, a mesa do Middle-Earth ainda estava pegando fogo então eu e o Zé puxamos um Small World.
O tabuleiro pra duas pessoas do Small World.
O Zé estava com uma mão abençoada, o que não se aplica a mim, então de 6 tentativas de conquista com dados eu consegui 2, só nisso meu jogo já estaria comprometido, somando-se a isso uma total displicência na hora das conquistas e na escolha das raças fez com que o Zé fizesse a festa. Foi uma lavada 98 x 79.
Mesmo com tantos resultados ruins as partidas foram muito boas (assim como os jogos).
domingo, 13 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Qui. 10 - Só jogos grandes
Essa quinta foi bem atípica, tivemos 3 mesas simultâneas só com jogos longos. Numa ponta um Middle-Earth Quest, na outra Brass e no meio eu, Bouzada, Filipe e Bruno finalmente jogamos o 18AL.
Depois de quase duas horas só de explicação começamos a partida. O jogo faz parte da série de "heavy-games" 18XX. Ele é um jogo econômico dos mais conceituados, nele nós temos 6 companhias públicas e 5 privadas para serem administradas, o jogo só começa realmente depois que as 5 privadas são leiloadas e tem seus donos definidos, aí então entramos na fase de leilão das companhias públicas.
O tabuleiro das rotas do 18AL. Foto BGG.
Na "fase de mercado" as ações das companhias são postas a venda. As primeiras ações a serem vendidas são as do presidente, que define o preço inicial de mercado para elas e assume as responsabilidades da empresa. Assim que 50% das ações estão com donos essa empresa começa a operar suas rotas.
Para isso temos a "fase de operação", que é onde começamos a criar as rotas de atuação das empresas, fazendo com que ela renda o máximo possível, ainda temos os objetivos históricos de cada empresa, que dão um troco ($100) para a empresa que conseguir cumprí-los. A partir do momento em que duas cidades são ligadas por um trilho, a empresa obrigatoriamente tem que ter um trem para operar, é nesse momento que o presidente se ferra, pois se a empresa não puder arcar com a compra do trem, o seu presidente tem que arcar com recursos próprios.
O tabuleiro grandão do Middle-Earth. Foto BGG.
Bem, o jogo se desenvolve em vendas de ações, aberturas de novas empresas, rotas sendo ampliadas, trens sendo modernizados (fazendo que outros enferrujem e saiam do jogo), e acionistas ganhando dinheiro. Jogo super bem amarrado, mas chato pra cacete (para o meu gosto). Depois de 8h entre explicação e partida confesso que já não aguentava mais, e olha que eu terminei em segundo (atrás do Bouzada), o Bruno ficou em terceiro e o Filipe em último.
Depois de uma experiência dessas nada melhor que um Sorry! Sliders para desopilar. E foi só (afinal já eram mais de 4 da manhã), quando saí o Arthur e o MGM ainda estavam animadões jogando Dungeons & Dragons Miniatures.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Ventania e casa cheia.
O tempo tá virando por aqui depois de alguns dias bem quentes, então ontem tava uma ventania da porra, resultado disso jogatina com todo mundo enfurnado na parte de cima do Calabouço. Ainda bem que a nova arrumação permite um pouco mais de conforto (hehehehehe).
Cheguei cedo e fiquei de papo com o Rocco e o Arthur até que chegou a galera para jogar mesmo. O Groo trouxe o Jamaica para se despedir (ele vendeu e era a última oportunidade de jogar), como eu tava na pilha de conhecer ele montamos uma mesa com ele.
A corrida dos piratas começando no Jamaica.
Nela estavam eu, Bouzada, Groo, Zé e Juan (que apareceu pra conhecer o lugar). No jogo somos piratas em uma corrida em volta da ilha, ganha o pirata que coletar mais tesouros durante o trajeto.
A mecânica é interessante, temos um deck de ações, o jogador da vez rola dois dados (uma para a ação do "dia" e o outro vai para a "noite") e dentre as 3 cartas que estão na sua mão você escolhe uma para realizar.
O Juan deu um "sprint" no barco dele e ficou pegando todos os bônus do caminho (para azar dele a maioria eram maldições), o Zé e o Groo estavam na cola e Bouzada e eu ficamos mais para trás. No final o Zé chegou em primeiro (ganhando 15 de bônus) e levou a partida, eu fiquei em segundo (pois coletei ouro pra cacete), o Bouzada em terceiro, Groo em quarto e Juan em último.
O tabuleiro bonitão do Middle-Earth Quest.
A outra mesa ainda estava jogando o bonito Middle-Earth Quest (com o Fel atacando de dark-lord) então a mesma turma puxou um La Cittá.
Fizemos o setup sorteado e todas as fazendas boas ficaram praticamente de um lado do mapa (enquanto o outro lado tinha lago a rodo), resultado, no final do primeiro ano já era todo mundo vizinho.
O Zé estava muito bem no jogo até que tomou uma pernada do povo (que queria teatro enquanto ele oferecia escravidão), o Bouzada tava meio emprensado o que impediu dele expandir como queria, eu tava fazendo uma partida muito boa até que no quinto ano não alimentei um cubra e perdi uma carta para última rodada.
As fazendas boas pertinho no La Cittá.
No último ano Juan usou praticamente todas as ações para fazer fazendas, eu também precisei me virar para alimentar o meu povo (e ainda conseguir o set de cores da terceira cidade). No final mesmo com a penalidade eu levei a partida ficando a dois pontos do Zé, o Bouzada chegou em terceiro e Juan e Groo ficaram em quarto e quinto respectivamente.
Eu acabei saindo cedo com o Camilo e o Juan (já eram 1:30h) e o povo ainda ficou jogando por lá.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Calabouço Fantasma
Fazia bastante tempo que eu não aparecia no Calabouço então foi uma surpresa encontrar tudo mais organizado e bonito, com direito até a mural de fotos!
Quando cheguei fui recebido pelo Cacá que estava testando um novo dispositivo suicida num dos supostos jogos do Leo Rossi. Falando em Leo Rossi ele finalmente deu as caras no Calabouço portando uma misteriosa bolsa vermelha nos ombros. Secretamente apostamos que o conteúdo da mala eram os seus jogos preferidos "Floresta Encantada I e II", Jogo da Vida do Bob Esponja e uma edição comemorativa dos 35 anos de Super Trunfo no Brasil. Logo em seguida chegou o Americano, que deu uma geral na minha mochila sem a minha permissão, já se preparando para o embate no Through the Ages com o Bouzada. Fiquei emocionado ao ver a reação entusiasmada do Americano quando o Cacá explodiu um Banco Imobiliário dos Simpsons (ninguém sabe o dono) com um dos seus brinquedinhos islâmicos.
Novo painel de fotos do Calabouço.
O Bouzada chegou sedento por um jogo que durasse no mínimo 8 horas. Menos tempo que isso já é considerado um "jogo fraco" por ele. O Fel chegou com uma mala de jogos para entregar aos seus fiéis clientes do RJ. Eu comprei um Leonardo da Vinci, mas quando comentei o preço que estava pagando (1200 reais – preço fora da tabela) quase lincharam o Fel por causa da nova
filosofia de preços justos, honestos e éticos para jogos de tabuleiro. Um deles, mas exaltado, disse que o Fel não podia agir assim, enganando um sujeito inocente e puro como o Cadu que nunca havia comprado jogos de tabuleiro antes. O bom foi que, para salvar a própria pele, o Fel concedeu um desconto bacana na casa dos dois dígitos, um brinde cativante, fez em 10x sem juros, e ainda convenceu a todos que a sua atitude mostrava que as acusações estavam
fundamentadas em argumentos subjetivos e portanto não eram válidas. Ufa!!!
Para amenizar o clima tenso por causa da questão insan..., quero dizer dos preços, começamos uma partida de Ghost Stories. Nela representamos um grupo de monges Taoístas (sei lá que jonça é essa) que estão defendendo a vila em que moram da invasão de fantasmas cruéis e anti-éticos. O problema é que matar fantasma com espada não é uma das melhores estratégias. Na vila existem alguns locais onde os monges podem receber ajuda para espantar os maus espíritos.
Os monjes taoístas se virando no Ghost Stories.
Nesse momento eu faço uma pausa para dizer que o Carlão estava do meu lado dando pitaco nas minhas jogadas. Retomando a narrativa posso dizer tranqüilamente que os fantasmas se divertiram bastante fazendo picadinho dos monges facas cegas. Para cada fantasma que conseguíamos eliminar (quando conseguíamos!), surgiam mais três piores. Tudo quanto era macumba para espantar os dito-cujos não funcionava. E não tinha Gasparzinho não!!! Eram só fantasmas de elite ou das forças especiais!!! Um deles trancava todos os seus "tokens" de ataque. Outro trancava um dado. Outro tirava a habilidade especial do monge, já outro jogava uma maldição que trazia mais fantasmas para o jogo ou diminuía o QI da galera. Nossos QIs foram diminuídos a um nível estapafúrdio, inimaginável... Tinha jogador, cujo QI já estava tão adulterado, que estava acusando em voz alta: "Tem fantasma anti-ético dando susto a um preço muito alto". No fundo, no fundo... tudo história de fantasmas. Inacreditável.
Perdemos o jogo no nível mais fácil depois que o chefão, que parecia o Shamou depois de umas doses de Tequila, chegou tocando o terror e enchendo a vila de assombração. Carlão tava eufórico do meu lado!!!
Depois dessa confusão toda o Artur chegou com os salgados e dentre as opções um cachorro-quente com salsicha transgênica. Fel fez declarações reveladoras, mas que não podemos contar neste horário. Bouzada tava pensando. Cacá mostrou como reage o Deputado Camilo Sujeira quando alguém resolve atacá-lo no Antike. Carlão não conseguia ser convidado para jogar. O Through the Ages estava bem no início ainda, quase pós-setup. Leo Rossi contou lindas histórias e emocionantes relatos de suas partidas de "Bosque Feliz" em reunião com a família. Bouzada
continuava pensando. Americano, enquanto Bouzada pensava, lia o best-seller "Marley, Chuck Norris e Eu". Shamou estava comprando card-game em algum lugar. Cadu comentava estar satisfeito ao perceber que nada mudou.
A nova arrumação das mesas.
O Leo Rossi, numa tentativa de convencer a galera que ele também joga jogo de macho, puxou um "Rum and Pirates". O Shamou ia gostar desse jogo... bebida com pirataria!!! Não pude participar porque a turma que destrói guarda-chuva já estava no portão e eu não queria chegar encharcado em casa.
Posso dizer que foi produtivo meu retorno ao Calabouço. Aprendi muito nesta reunião. Recebi uma tabela de preços praticados atualmente no comércio de jogos de tabuleiro, a qual fui estudando no caminho de casa para não ser mais ludibriado. Também fui estudando as traduções para o português dos termos lúdicos estrangeiros, pois esta "lei" ainda está em vigor. Quando eu estava saindo o Leo Rossi gritou da janela que piada repetida perde a graça, mas aacusação dele é fundamentada em termos... vocês sabem...
Qui. 20 - Muito papo, muita risada e jogos light

Mesão jogando Ghost Stories.
Ontem rolou estreia oficial da nova arrumação do Calabouço, ficou bem maneiro agora com duas estantes de jogos, quadro de fotos, mais lixeiras, cantinho pras mochilas e uma mesa grande que funciona. Chegando por lá o povo tava pilhado pra jogar o Through the Ages, mas eu tava numa de jogar mais coisas então pulei pra mesa do Ghost Stories, ainda teve uma pra dois de Lost Cities.
Tentando espantar as maldições estávamos eu, Fábio, Cadu e Rafael mas dessa vez a coisa tava feia, muitos "dementadores" no jogo, vários fantasmas mais fortes e todo mundo com a mão podre, foi um tal de morre e ressucita que não tava legal. Depois de muito tentarmos acabamos tendo uma oportunidade de matar a chefona mas não conseguimos, no complemento da rodada assombramos o quarto tile e perdemos o jogo.
Depois disso rolou uma divisão de mesa, Léo Rossi, Rafael, Fel e Zé sentaram pra jogar um Rum & Pirates e eu/Carlão e Fábio/Groo puxamos um DOG.
Os piratinhas passeando no Rum & Pirates.
A partida tava indo bem até a chegada do Camilo pra dar uma zoada geral (o maluco tem mais de 200 partidas de DOG, então qualquer coisa que você fazia ele zoava), e depois de um final emocionante a dupla Fábio/Groo acabou ganhando por 8x7.
Depois rolaram mais umas mesas de Lost Cities e eu e Groo fomos jogar umas de Hive. Jogamos duas partidas e acabou rolando uma vitória pra cada lado.
Mesa "all night long" de TTA.
De volta juntando o povo (eu, Fel, Léo Rossi, Camilo, Fábio e Zé) todo rolou um mesão de Barbarossa. Esse é um "party-game" clássico do Klaus Teuber, cada jogador tem disponível uma massinha e tem que fazer duas formas para os outros jogadores descobrirem o que é, mas as formas não podem ser fáceis demais nem difíceis demais senão quem fez perde ponto.
A mesa foi uma zona só, muitas risadas e geral usando os cubos de "um palpite a qualquer hora", e como você só podia dar o palpite depois de um erro (pela regra do Léo Rossi) rolaram as perguntas mais estapafúrdias. Ganhou o Camilo e o resto não.
As esculturas do Barbarossa.
Depois disso pra terminar a noite filler rolou um Saboteur. Como sempre muitos anões safados, o Camilo tocando o horror e o Groo ganhando o prêmio de "funcionário do mês" do sindicato dos anões. Depois das três rodadas o Zé e o Groo fecharam o jogo empatadados e dividiram os louros da vitória.
Ainda rolou uma mesa quase non-stop de Dungeon & Dragons Minis e quando a galera saiu de lá por volta das 3 e pouco o Through the Ages ainda tinha mais "uma horinha" para acabar.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Qui. 13 - Jogatina light mas divertida
Ontem rolou um Calabouço bem maneiro e tranquilo, estava cheio (deviam ter umas 20 pessoas) mas mesmo assim não estava muito barulhento, e acabou dando pra jogar na paz.
Quando eu e o Fel chegamos já estava rolando uma mesa de Manila com o Rodrigo Gonzales, Filipe, Arthur e Rafael, então eu resolvi mostrar um protótipo meu para o Fel, jogamos algumas rodadas para ter uma primeira impressão do jogo e nesse meio tempo chegaram o MGM e o Fábio, paramos com o joguinho e puxamos um Ghost Stories.
Visão geral do tabuleiro do Ghost Stories.
Nele somos monjes Taoístas que tem espantas as assombrações manadadas por Wu-Feng, Lorde dos Nove Infernos, que vem assolando as vilas do Império Médio.
Ele é um jogo cooperativo com uma mecânica super simples de se entender, temos uma matriz 3x3, cada tile tem um poder que ajuda aos monjes na sua empreitada. Na sua rodada o jogador puxa um fantasma, aloca ele onde é determinado, tenta exorcizar um deles e passa para o outro jogador.
Mas não se deixe enganar, a simplicidade está só na mecânica, pois os jogadores só ganham se matarem o big-boss do final e o "jogo" ganha de várias formas, e se não fosse jogarmos no modo "newbie" e estarmos cagando um absurdo nos dados acho que não venceríamos, mas deu pra ver que o jogo é muito bacana.
Filipe, Carlão, Gonzales e Saulo jogando Sorry Sliders!.
Depois a galera que tinha terminado o Manila já tinha jogado umas partidas de Sorry Sliders! e depois partiram para um Automobile com o Carlão, Bouzada, Filipe, Gonzales e Saulo. A gente puxou então um Sator Arepo Opera Rotas.
Nesse somos abades tentando recuperar 4 livros que estão espalhados num labirinto de plataformas que se movem em um abismo. Quanto a mecânica, os jogadores tem pontos de ação que usamos para ativar cartas.
Temos disponíveis 2 tipos de deck, um comum a todos que usamos para mover ou rotacionar as plataformas e um da nossa cor, que tem apenas um tipo de cada carta, que tem ações um pouco mais complexas.
[merchandising on] O jogo é bem bacana e eu certamente comprarei com um dos meus amigos cariocas que vendem jogos de tabuleiro a preços convidativos e formas de pagamentos super confortáveis. [merchandising off]
Meu abade pronto pra ir buscar os livros no Sator.
Falando sério, o jogo é bacana sim e aberto a todo tipo de cubreagem, o Fel como já tem as manhas pegou os 4 livros antes, mesmo eu e o Fábio (que acabamos empatados com 2 livros) fazendo de tudo pra dar rasteira nele.
Para terminar a minha noite, ficamos jogando umas partidinhas de Sorry Sliders!, foram 3 seguidas e cada um ganhou uma para ninguém ficar triste.
------------------ Session by Fel à partir de agora
Depois do Sliders, joguei três partidas de Hive com o Fábio, êta joguinho viciante. Muito rápido , boas tomadas de decisão, no final ganhei duas e empatamos a outra depois da papagaida de começarmos os dois com a abelha-rainha.
Acabado o Hive, pensamos em dividir duas mesas de três, uma com Brass outra para uma learning session de Duck Dealer. No entanto, em prol do espírito de união enaltecido pelo Bouzada, fizemos uma mesa só, com 6 jogadores de Battlestar Galactica. Depois da twilight explicação, eu puxei minha carta e vi que era um cylon (traidor para quem não conhece a série/jogo). Comecei a sabotar os projetos e vi que rapidamente a situação estava complicando para eles. Minha carta de cylon permitia danificar duas partes da nave, tirei o FTL drive (eles não poderiam dar pulos e se livrar das naves atacantes) e os meus queridos centuriões estavam rapidamente tomando conta de Battlestar.
Visão geral do tabuleiro do Battlestar. Foto BGG.
Depois do segundo pulo, o Bouzada decidiu pegar um atalho e eles andaram 3 passos em direção a Terra (de um total de 8), nesse momento o jogo estava muito mais pra mim e eu já tinha me revelado, deixando a nave bastante avariada e uma situação de caos à bordo, com troca de presidência e o presidente terrorista preso pelo Adama . Eu de Darth Cylon Vader só atrapalhando o progresso , maquinando a ruína da Battlestar, saem as novas cartas de lealdade, os centuriões avançam, dominam a nave , o simpatizante colorido e o Bouzada que não fizeram NADA ganharam o jogo junto comigo , monte de sanguessuga cylon!
Nisso eram mais de 4 da manhã e o Bouzada ainda queria puxar coisas como Le Havre e Steam. Eu decidi jogar uma partidinha de Dominion: Intrigue lá embaixo enquanto bouzada/fábio/filipe jogaram Taluva. Foi bem boa a partida, usei basicamente o Upgrade (1 card/+1 action/remodel de +1 de custo) e o Tribute (revela 2 cartas, dependendo do q for vc pega carta/grana/action). Ganhei apertado do Arthur , 39 a 31 com a Sílvia em terceiro com 20.
Um zoom nos monjes do Ghost Stories.
O povo lá embaixo estava animado para jogar Saboteur (que eventualmente o sabotador chegou ao ouro, inédita essa) e nós partimos para a 2ª partida de Ghost Stories da noite. O ponto alto sem dúvida foi que, ao final da explicação Arthur e Bouzada falaram categoricamente "esse jogo é muito fácil", "não pode ser assim, tem alguma regra errada". No meio do jogo, o Bouzada soltou um "é, o jogo não é tão simples quanto parece". No final do jogo, eu morri, fui ressuscitado só para pegar um monstro que tira 1 QI e com o tabuleiro cheio, perdia mais um QI e morri sem nem jogar. Filipe morreu também, o tabuleiro tinha 12 fantasmas (o máximo) e 4 com capacidade para assombrar nossa vila (sendo que um tile já estava assombrado e com 3 a gente morria). Em suma, era só escolher como iríamos perder. Não chegamos nem a ver o Wu-Feng Incarnation.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
qui. 06 - Férias Suínas = casa cheia
Eu agora tenho aparecido no Calabouço só pra pagar a mensalidade (mas espero que esse mês isso mude), e ontem na minha volta a casa estava lotada, devem ter passado umas 30 cabeças por lá e alguns ilustres como o Daniel (do Heavy-Games de Brasília) e o Caldas (jogador das antigas mas que raramente aparece).
Como eu estava seco para jogar peguei logo um que estva na minha alça de mira a algum tempo, o Automobile. No jogo somos empreendedores que durante a era de ouro do automobilismo construimos fábricas para vender nossos carrinhos aos ávidos consumidores.
Automobile na terceira rodada.
O jogo merece todo o alarde feito nele, classudo com regras simples de explicar (isso é raro para o padrão Martin Wallace) e mesmo assim sinistro de "pegar" que estratégia seguir.
A nossa partida foi bem interessante, com o Bouzada investindo pesado nos carros populares e o Caldas nos carros de luxo (eu e o Daniel fazíamos qualquer carro e víamos no que ia dar). Na última rodada o Caldas produziu demais e acabou derrubando o jogo dele deixando a vitória pro Bouzada, da metade pra baixo eu fiquei em terceiro e o Daniel em último.
Depois dessa boa partida emendamos outro Wallace, o Steam. Dessa vez o mapa usado foi o da Europa e o miolo ficou bem congestionado logo de cara.
Miolo congestionado no Steam.
O Bouzada abriu dianteira aumentando os links logo no primeiro turno e ninguém mais conseguiu segurar o cara, a disputa ficou para as outras posições. O Caldas começou a construir uns links doidos que acabaram dando uma boa pontuação pra ele no final garantindo a segunda colocação de novo eu repeti a terceira (demorei demais para aumentar meus links) e o Daniel ficou em quarto.
Várias mesas tinham acabado demos uma redestribuída, eu acabei puxando uma mesa de Dominion: Intrigue para conhecer as novas cartas, aproveitando que o Arthur não estava por perto para me pancar, sentamos eu, Zé, Bouzada e Bruno.
Cartinhas interessantes no Dominion: Intrigue.
Essa expansão tem muito mais interação entre os jogadores, na nossa configuração os destaques foram a Tribute (que usa as duas cartas do deck adversário pra te dar benefício) , Ironworks (que compra uma carta de até 4 e dá um benefício dependendo da compra) e a Courtyard (que pega 3, fica com duas e coloca uma no topo do deck).
Eu consegui alavancar meu tesouro logo no início e quando o Bruno comprou a primeira Pronvíncia deu pra seguir e ainda comprar uns Ducados à mais. No final ganhei com o Zé em segundo, Bruno em terceiro e o Bouzada em quarto.
Porradaria estancando no Nexus Ops.
Para fechar a noite a mesma mesa pegou um Nexus Ops. A partida não chegou a terminar, melhor pra mim que estava com a configuração inicial ruim (só minas de 1) e com a mão podre (as aranhas tavam apanhando até de humano).
Quando saí de lá as 4:50h ainda tinham umas 15 pessoas e mesas de Warcraft: The Boardgame, Amum-Re e Citadels rolando.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Review Dominion Intrigue - Parte 1 Custo 2 e 6


Carta extremamente versátil, muito forte se jogado junto com um Village ou Festival. Tendo action disponível, um de gold e uma carta é praticamente um mini Market.

Meio duvidosa porém devido ao custo acaba vendo o jogo. Um erro bem comum é de achar que essa carta e um Moat, ela não defende porém ela consegue alterar as cartas do topo do seu baralho permitindo por exemplo que você de uma maneira esquisita se defenda de um Thief porém ineficiente conta uma Witch. Comprar 2 e colocar 2 no topo não é nada de fantástico nesse caso. Quanto ao efeito dela serve para transformar lixo da mão e um de grana, na hora certa pode vir a calhar + no geral Moat da de dez nela.

Idéia bem interessante uma carta mista de action e ponto de vitória. O Custo é alto se você encarar os benefícios de forma individual, por um a menos você teria um ponto a mais e por 6 o efeito de action é bem caro. Achar o tempo certo para essa carta não é tão simples, no começo ela é ruim pois o beneficio é pequeno e muito no final o Duchy e melhor. Compre-a quando o jogo começar a dar sinais que pode acabar. Pode funcionar legal desde o começo numa estratégia de action e draw extra.

Muito do que foi dito para o Nobre vale aqui. Difícil de julgar o tempo certo para essa carta já que é inferior ao Duchy e ao Gold. Porém muito melhor fazer oito para comprar uma província e ter ponto na mão do que fazer dez para comprar uma província sem ponto na mão. Se bem dosado faz uma diferença que pode garantir a vitoria.
Ps: Cuidado com Thief, ter gold roubado já e chato, ter ponto roubado nem se fala.
Só para dizer que não falei de flores
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Qui. 16 - Casa vazia, mas animada
Ontem o Calabouço tava com quorum baixo, quando cheguei estavam o Arthur (baleado com a garganta ruim) e o Americano (calibrado com a vodka já quase pelo meio). Eles estavam "setando" um Dominion, e eu entrei no jogo.
Mão do Dominion. Foto BGG.
Com Chapel, Garden e Witch na mesma mesa, fica difícil saber que caminho tomar (principalmente se você não é muito bom de Chapel). O Arthur não tava muito bem, então jogou mal pro nível dele, o Americano atacou de Chapel e mandou muito bem, eu prefiri ir de Garden, mas não consegui crescer o deck na velocidade que eu pretendia. Final Americano em primeiro, eu em segundo e Arthur em terceiro.
Nisso já tinham chegado o Zé e Fel e antes de jogarmos alguma coisa mais séria atacamos de Risco Total pra apresentar a galera. O jogo funciona legal com várias pessoas, e apesar de ser um jogo de farra, tem sua graça. Mais uma vitória do Americano.
Depois o Arthur foi se recolher e o Filipe chegou, então resolvemos jogar alguma coisa mais séria, e o escolhido da noite foi o Steam (com o mapa da alemanha).
Foto ruim pra cacete dos tiles do Steam.
Nesse momento o Americano já estava extremamente "calibrado" então começou construindo uns trilhos pro nada e perguntando toda hora pra que serviam as paradas (num dia bom, acho que ele vai jogar bem o jogo), o Zé fez uma abertura muito ruim e isso deixou ele meio mal o resto do jogo, eu e o Fel nos posicionamos bem, mas eu não dei muita importância para o "city growth" então no final mesmo com uma boa cobertura, não tinha bens para levar. O Filipe também tava com uma boa cobertura, mas acabou precisando de muita grana, o que deixou ele mal na pontuação final.
No final vitória do Fel, comigo em segundo dois pontos a frente do Zé, com o Filipe em quarto, o Americano desistiu na terceira rodada (depois de fazer malcriação, hehehehehe).
Taluva já bem avançado. Outra foto ruim.
Ficamos batendo papo e como já tinham chegado o Rocco e o Original dividimos as mesas, uma galera foi jogar mais Dominion (Arthur, Zé, Filipe e Rocco) e outra foi jogar Taluva (eu, Fel e Original).
O Original ainda não conhecia o Taluva e se amarrou no jogo. A partida tava bem parelha, mas o Fel cresceu o olho na expansão das cabaninhas e acabou ficando sem pra construir, o que fez ele ser eliminado do jogo, o Original jogou bem, e não ganhou por pouco. Eu fiz meu joguinho e ganhei.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Qui. 09 - Botes, torres, dados e camelos
Férias de julho é sempre divertido no Calabouço, ontem foi dia de casa lotada de novo (passaram mais de 20 pessoas), com as ilustres presenças do Marcelo Maypur e do Léo Rossi.
Quando cheguei já tinha um povo bom, e com a velha pergunta "o que vamos jogar?" a gente decidiu puxar um Powerboats pra ir pensando no próximo jogo.

Nessa corrida o "piloto-exibição" da vez foi o Léo, que enquanto os outros se preocupavam com o trajeto ele ia dar seu 'oi' pra torcida. Na frente a disputa tava boa entre o Fábio e o Maypur, enquanto o Warny tentando assegurar seus 100% (1 vitória em 1 jogo) fazia manobras arriscadas, resultado, não chegou ao final. Eu estava indo bem, mas quando os óculos do piloto cairam, ele tentou contornar a boia no outro sentido e perdeu várias posições e não se recuperou. O finalzinho foi emocionate e a colocação está alí abaixo da foto.
Depois começaram as divisões de mesa, o Fel e o Warny puxaram um Lord of the Rings: Confrontation, enquanto eu, Léo, Mayapur e Fábio começamos um Timbuktu.
Foge dos ladrões camelinhos!! Timbuktu.
Nesse jogo temos que levar a nossa caravana até Timbuktu, evitando os saqueadores para chegarmos com a maior quantidade de produtos possíveis. O jogo trabalha com dedução e devido a combinações de cartas você tem uma idéia de onde os ladrões vão agir em cada momento do jogo.
O jogo é muito bom, tenso e cheio de coisas a serem observadas para tentar não prejudicar muito a sua caravana e colocando a dos adversários na reta. O Fábio ficou em primeiro, com o Léo em segundo, Mayapur em terceiro e eu em último.
O jogo é bom e bonito. Torres.
Depois disso a galera já tinha puxado um Small World então a nossa mesa jogou um Torres para esperar. Para quem não conhece esse é um jogo abstrato, onde utilizamos pontos de ação para crescer os castelos e com isso pontuar. A partida foi disputada, e eu ganhei com dois pontos de diferença pro Léo, o Mayapur ficou logo atrás com o Fábio em último.
Depois depois de uns sorteios de mesa (todo mundo queria jogar a mesma coisa), fechamos uma mesa de Alea Iacta Est (eu, Fel, Léo e Warny) e uma de Tribune (Zé, Mayapur e Fábio).
O Alea é um jogo de alocação de dados em prédios (estilo Kingsburg), com algumas coisas interessantes, mas mais light. Mesmo sendo um jogo basicamente de rolagem de dados ele tem a sorte bem resolvida, pois temos várias formas de alocação o que dá uma dinâmica interessante.
Setup inicial do Alea Iacta Est.
Como era a primeira partida de todos, muitas dúvidas sobre o que fazer. No final ganhei com poucos pontos de diferença pro Léo (de novo), com o Warny em terceiro e o Fel em último.
Pra fechar a noite mistureba de mesas de novo e abrimos um Puerto Rico (eu, Arthur, Warny e Fábio) e um Gloom (Fel, Léo e Zé).
Puerto Rico bem no comecinho.
Puerto Rico é daqueles jogos muito bons que eu não consigo jogar bem, ele necessita um aprendizado de muitas partidas, e acaba que eu não jogo muito ele, resultado, só porrada. Ontem não foi diferente, com o Arthur e o Warny sabendo exatamente o que estavam fazendo, restou pra mim e pro Fábio disputar o terceiro lugar. No final o Warny ganhou deixando o Arthur em segundo, o Fábio em terceiro dois pontos na minha frente.
Nas outras mesas espalhadas rolaram várias partidas de Dominion, também rolou um DOG e um Saboteur e alguma coisa que eu devo ter perdido de vista no andar de baixo (mas acho que o povo ficou lá mais batendo papo mesmo), e foi isso nessa quinta.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Qui. 02 - Invasão newbie
O Calabouço dessa 5ª feira foi marcado pela aparição de cinco novatos! Sempre bom ver o meio crescendo, espero sinceramente que continuem voltando como o Daniel e o Fábio.
Quando eu cheguei, o Bouzada estava jogando Taluva com o André e o Zé. Eu, Americano e Arthur, puxamos um Dominion enquanto a galera não aparecia.
O Deck estava muito bizarro. Witch, Festival, Throne Room, Militia, Laboratory e sem cartas custo 2. Com o Militia e a Witch, sem o Moat, o jogo acabou ficando muito lento. No começo do jogo, rolaram uns turnos mortos pois a galera não quis comprar estate. Determinado turno, com 2 de grana, eu decidi comprar só pra anular uma curse. E foi o estate milagroso que assegurou um empate com o Americano. Detalhe, ninguém conseguiu comprar Province. Foram 3 ducados pra cada lado e o deck acabando por falta de village/festival/curse.
As pecinhas maneiras do Taluva. Foto BGG.
Acabado o Dominion, pensamos em fazer uma nova partida usando o "swindler" do Intrigue (custo 3, +2 de grana, trash na carta do topo do deck do oponente e dá uma de igual valor pra ele). No entanto, o Bouzada acabou o Taluva e eles decidiram montar uma partida de Princes of Machu Picchu. Como eu estou há um tempão devendo a explicação decidi juntar-me a mesa de Princes e deixei Danko, Americano, Rocco e Arthur jogando o Dominion. O Princes foi um jogo que a minha primeira partida foi uma catástrofe. Provavelmente por causa de alguma Rogério Edition, pois essa é minha 4ª partida e eu passei a gostar bem mais dele. O grande barato é que você pode ter uma vitória dos Incas, com uma pontuação simples de set collection ou pelos espanhóis com multiplicadores para aqueles com mais ouro. Então é possível jogar buscando qualquer uma das duas estratégias e isso torna o jogo bem interessante. Jogamos com o setup pré-definido. O jogo acabou se arrastando um pouco por conta da parada para os salgados. A partir do 7º dia, o André, meio de saco cheio/meio querendo que os espanhóis ganhassem acelerou bem a partida. Eu consegui concentrar bem meus trabalhadores e ganhei, apertado do Bouzada, 23 a 21.
Nesse meio tempo, a galera novata chegou e jogaram Ziegen Kriegen, Saboteur e Citadels. Lá embaixo, a famosa mesa de Scrabble tinha que rolar com os veteranos Rocco, Danko, Renato e André.
Mapa e meeples do Princes. Foto BGG.
Depois do Princes, fazendo aquecimento pro campeonato , decidimos encarar um Powerboats com um circuito em "8" feito pelo Zé com curvas bem fechadas. Cubra Racing do Zé, Flying Dutch (minha) e "The Originals" do Daniel entraram no circuito junto com o Bouzada e o Fábio para um duelo que se mostraria emocionante. Logo de cara eu abri uma boa vantagem , o Daniel tava bem na minha cola, com Zé e Bouzada correndo por fora e o Fábio tirando fotografia da paisagem. Depois da 2a bóia, eu abri uma vantagem boa e começou uma briga interessante
pelo 2o lugar entre o Zé e o Daniel. No final das contas, eu acabei ganhando com uma certa folga e o clímax da corrida ficou por conta do Daniel. Se ele tirasse um 3 no dado, ficava em 2o , caso contrário , o Zé fechava a corrida. Ele acabou tirando 1 e perdendo no finalzinho pra Cubra Racing a medalha de prata. O Fábio que de fotógrafo virou dublê, fez questão de botar a 5a marcha pra explodir a lancha no muro. Nesse meio tempo, rolou um Powerboats solitaire do Bouzada tentando chegar depois de muito azar nos dados. Flying Dutch vem com a faca nos
dentes pro campeonato.
Um mapa típico do Saboteur. Foto BGG.
Nisso, a galera estava preparando para ir embora mas decidiram esperar o salgado, nisso rolou uma partida de Attribute (que eu não joguei pois o Ney acredita que os Ursinhos carinhosos são reais e isso me espantou da mesa) e um Dog com o Bouzada/Daniel contra Fábio/Zé. Daniel e Bouzada abriram uma vantagem enorme, chegaram a estar 4 a 1 mas a virada veio pela falta de humildade do Bouzada e depois que o Zé fechou , foi só empurrar o Fábio para eles fecharem em 10 a 7.
Quando eu fui embora, ainda tinha a Anne (mais uma novata do sexo feminino) , o Filipe, um newbie que veio da Ilha para jogar e um bom pessoal na 2ª mesa de Saboteur. Mais uma noite bem agradável e com muita gente nova. Agora é torcer para que o grupo sempre cresça.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Still working!!!
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Ranking "Calabouço" para jogos de corrida

Seguindo as sugestões da galera estou fazendo um levantamento de quem está na pilha de criar um ranking para os joguinhos de corrida, que seriam os seguintes: Powerboats, Formula-D e o ainda inédito Snow Tails.
Quem se habilita? A idéia é até dar as novíssimas camisetas Calabouço das Peças como premiação. Nessa quinta vou fazer a convocação ao vivo e se tudo correr bem, mostrar o Snow Tails pra galera conhecer.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Calabouço Especial parte II: Cai uma Lenda
Como eu e Cacá não jogamos juntos , resolvi fazer um report com as outras partidas.
O Calabouço de ontem começou de forma muito peculiar: Uma partida de Puerto Rico comigo, Bouzada, Caldas e os Irmãos Metralha (Saulo e Fábio) e do outro lado, recebemos a visita do Caco e da Carla, lá de Niterói, junto com o Léo, jogando o Age of Empires III.
A partida de Puerto Rico certamente foi o ponto alto. Como o jogo do Bouzada é em alemão, jogamos com um homemade dos prédios da expansão. Comprei um prédio de storage e a lighthouse (meu prédio favorito apesar de só ter jogado 3 vezes). Obtive um saudável monopólio virtual do Café enquanto o Caldas era o produtor latifundiário de Indigo , o Bouzada fazia de tudo e o Saulo competia com ele no Tabaco. O Fábio era o Barão do Açúcar. No final das contas, eu e Fábio compramos um prédio grande mas na minha ganância , não peguei o Mayor e não populei o prédio, perdendo 9 pontos no processo. Ainda assim, foi suficiente pra lenda , Bouzada-2000partidasnobsw perder por 2 pontos pra mim.
Confucius, um jogo que faz jus ao nome.
Depois disso, rolou uma Twilight learning session de Confucius, graças à explicação de 1h30 do Rogério, debatendo as regras com o Bouzada. O jogo em si foi uma derrota pra mim. Calculei mal o ministério, fiz uma jogada que custou a bagatela de 7 pontos e fiquei em um lamentável último lugar com uma vitória tranquila do Bouzada. O Confucius é meio "confucius", talvez com a regra avançada o jogo fique mais legal. Ele tem uma mecânica muito interessante com os presentes e tudo mais mas acho que rolou um excesso de mecânicas. Certamente ainda precisarei de mais 1-2 partidas para tentar digerir o jogo.
Separamos as mesas e fui explicar o Stone Age para os Irmão Metralha. Estava há um bom tempo sem jogá-lo , então foi bom pra matar as saudades. Comecei o jogo decidido a jogar de 5-meeple só pra variar um pouco mas quando o Papai Noel (cartinha q dá recurso pra todos) me deu uma fazenda fora de ordem , coloquei o primeiro e joguei com 6 boa parte do jogo. No entanto, um erro muito comum em learning session é pegar mais recursos do que precisa e menos cartas do que precisa. Acabei ganhando com uma certa vantagem (cerca de 105 pontos) do Fábio. O Saulo passou boa parte do tempo apanhando da comida, quando resolveu, juntou uma quantidade abismal de recursos e ganhou 19 pontos no final do jogo só com eles! Com uma boa pontuação em ferramentas, cabanas e set de símbolos, coisa que não costuma valer muito a pena acabei sedimentando a vitória que o Cacá insistia em sacanear que viria.
Stone Age com os Irmãos Metralha (Saulo e Fábio) e o Fel.
Depois disso , com o Cacá indo embora, juntamos a mesa para o Princes of Macchu Pichu. Precisava dar uma boa recordada nas regras e era uma boa opção para cinco jogadores. Confesso que a minha primeira partida tinha sido decepcionante. Não peguei muito bem as mecânicas e a partida tinha sido até meio "robótica". Dessa vez, não sei se em função dos jogadores, tivemos uma partida bem movimentada , sentindo bastante as alterações do mercado. Eu acabei ficando pra trás na parte de pontuação no começo do jogo , trabalhando uma boa economia. O jogo tem dois caminhos absolutamente distintos para a vitória e eu estava em dúvida sobre qual seria o melhor. Vou até reler as regras mas foi uma pontuação muito estranha. Eu acabei vencendo com 9 pontos , o segundo lugar com 8 e os demais com 7 pontos. De qualquer modo, foi muito bom para desfazer a má impressão que eu tinha até o momento do jogo e certamente pretendo jogá-lo mais vezes.


