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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

CAVERNA DAS PEÇAS 3 - A ARMA SECRETA E O GOLPE FATAL DA MOSCA

O PLANO SECRETO

Assim que adentramos a Caverna das Peças, habitat de nove (dez? onze?) gatos, Antônio Marcelo já havia preparado sua arma secreta contra o ser mais cínico da Cidadela das Peças, que atende pela alcunha de Mosca Morta Dissimulada Palhacento Nome Sugestivo. Não há até o momento armas eficazes contra esse ser, mesmo porque até que se fale seu nome completo, a Mosca Morta já aplica seu golpe fatal e ganha o jogo com sua célebre frase: "Acho que tenho chances!".
Mas Antônio Marcelo não desiste de tomar o reinado da Caverna! E para isso, com a ajuda de fiéis aprendizes (Baiano, Leandro e eu), marcamos um Power Grid (jogo até então não dominado por moscas dissimuladas). E para completar, Antônio traz à mesa uma bebida um tanto (hmm) alegre! GuaraGay! Tudo para tentar finalmente impedir que "André Fel Barros Mosca Morta ah vc já sabe o resto" vença as batalhas. Mas o que ninguém estava contando é que o terrível vilão tenha ficado bastante a vontade com o líquido, que por sinal, estava fresquinho, fresquinho...

CORÉIA - UM POWER GRID DIFERENTE!

Antônio Marcelo, que detém o título de Vossa Majestade do Power Grid, estava pronto para dar o pulo do gato quando um dos gatos quase pulou em cima do tabuleiro! Talvez isso o tenha desnorteado e quem agiu depois disso foi uma mosca bastante conhecida...
Voltando ao início do jogo, as primeiras usinas foram bastante disputadas com leilões chegando quase ao dobro do valor mínimo. Antônio sempre comprava pelo valor mínimo, pois sempre passava os leilões e, sendo o último, conseguia tal feito com facilidade. Em contrapartida, precisava sempre ficar com menos casas (e ganhar menos dinheiro por conta disso). A estratégia fez com que ele conseguisse sempre economizar nos mercados. Isso mesmo, a Coréia tem dois mercados, o do Norte (menor e mais barato) e o do Sul (maior e mais caro). Quando chega a vez do jogador comprar matéria-prima, ele tem que escolher apenas um mercado. E pra completar a situação crítica, urânio só existe no sul! Leandro, que afirmava toda vez que só tinha jogado uma vez e não tinha chances (outra mosca???), conseguia pagar barato na colocação de casas. Baiano, narrando o jogo de todo mundo, usou a tática da diversidade (hmm) de usinas. Ele construiu em uma região não muito barata, para que no step 2 e no 3 tivesse mais opções. Eu apostei no urânio, que cada vez ficava mais barato (chegou a custar 2!), mas paguei caro por algumas usinas. Fel se lamentava pelos erros cometidos (comprou uma usina de lixo, jogando fora uma importante usina eólica) e apontava como prováveis vencedores Antônio Marcelo e eu. Depois de um step 2 de 1 rodada e um step 3 aparecendo após a compra de usina pelo Fel, Leandro e eu já podíamos abastecer 15 casas e o Antônio 17. O problema era que estávamos com 10 casas em média e faltava dinheiro para construirmos mais. Fel, que sempre conseguia queimar (hmm) mais matéria-prima que todos, já tinha 13 casas. Comprou então uma usina (não tendo concorrência) e mais 2 casas. Leandro foi o único que conseguiu construir e iluminar as 15 também, mas acabou perdendo por dinheiro para o Mosca Morta. Agora terá que chamar sua horda de zumbis (do Last Night on Earth) pra tentar outra investida!

Resultado Final:

1°)Fel - 15 casas iluminadas(13 de dinheiro)
2°)Leandro - 15 casas iluminadas(0 de dinheiro)
3°)Warny - 12 casas iluminadas (24 de dinheiro)
4°)Antônio - 12 casas iluminadas (6 de dinheiro)
5°)Baiano - 11 casas iluminadas

NEM AGROTÓXICOS SEGURAM A MOSCA!

Começamos mais uma partida de Agricola. Leandro, afirmando categoricamente que só tinha jogado uma vez aquele jogo (novamente?), começou a criar animais desde cedo. Antônio e Baiano se revezavam no "Starting Player". O primeiro decidiu aumentar a família desde cedo e o segundo investiu em arar vários campos e ter um boa plantação de grãos. Eu fiz o terceiro membro da família mais cedo e consegui acumular 18 de madeira, o que me possibilitou fazer mais dois cômodos e 4 estábulos em uma só ação. O que foi suficiente para o Fel dizer: "Você já ganhou!". Em cada jogo com o Mosca Morta, faço uma aposta com ele. É simples, se ele ganhar a partida, depois de afirmar que vai ficar em último, perde a aposta. Se ele perder mesmo a partida, ganha a aposta. Está 6 a 1 pra mim.
Fel resolveu investir em plantações, por mais que fale que gosta de animais (temos que respeitar as fantasias de cada um). Conseguiu fazer um bom combo de cartas, fez o Clay Oven, renovou para casa de pedra, fez cinco membros da família, nunca teve problema com comida, fez pontuação máxima em varios itens e mesmo assim disse que não estava bem no jogo. Ganhou com 53 pontos.
Eu ganhei 2 cartas de mendigo no começo do jogo, mas foi calculado, pois tinha a carta de Ocupação que tirava os mendigos. Mas apesar de ter uma Minor que permitia assar pão na fase de colheita, tive problemas em pagar comida durante o jogo, o que impediu que eu renovasse para casa de pedra.
No final, mais uma vitória do Mosca Morta, que, no Agricola, nem lançando agrotóxicos faz com que perca a partida. E tem gente que nem quer enfrentá-lo para não perder a invencibilidade!

Resultado Final:

1°)Fel - 53
2°)Warny - 37
3°)Leandro- 33
4°)Antônio- 32
5°)Baiano - 13

Warny Marçano

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

E O MOSCA MORTA ATACA NOVAMENTE...

Cheguei por volta de 19h40 na Caverna das Peças, onde todos os participantes já estavam no local. Antônio Marcelo e Baiano aprendiam
Caylus com André Felipe. Mal podiam esperar pelos planos maléficos do cínico "Mosca Morta Dissimulada", identidade quase não-secreta de André, que já espalhava que não conseguia explicar direito, pois só jogara umas 2 partidas. Conseqüentemente, seria um mero espectador na partida! Mas não foi bem isso o que aconteceu...

CAYLUS - O JOGO

No Caylus, você tenta desenvolver uma cidade próxima à construção do castelo do Rei. Seus trabalhadores coletam recursos que podem ajudar tanto no castelo quanto em outras construções que dão pontos de vitória. Há uma diversidade incrível de opções estratégicas e cada partida se torna diferente, uma vez que cada jogador é responsável pelo desenvolvimento e colocação dos benefícios no tabuleiro. Decisões difíceis acontecem o tempo inteiro, pois muitos benefícios só são conseguidos através de construções dos adversários, que ganham pontos de vitória caso alguém os utilize. Além disso, equilibrar grana e pontos de vitória também não é tarefa fácil. E ainda tem dois cubras (provost e bailiff) que podem ser realocados, interferindo a ativação de construções e acelerando ou não o andamento da partida. Sem dúvida, um dos jogos mais estratégicos que existem, que conquista sobretudo o público mais gamer.

CAYLUS - A PARTIDA

Eu comecei optando pelo caminho do dinheiro no favor real. Investi mais no castelo, ganhando muitos pontos de vitória por casa e favores reais.
Antônio Marcelo resolveu construir tiles que foram procurados por todo o jogo, o que gerou muitos pontos para ele. Baiano ficava juntando
grana e sempre passando a vez antes dos outros, fazendo com que ficasse mais caro a colocação de trabalhadores pelos jogadores. Ele ainda decidiu encarnar o Victor Zavandor, correndo atrás de pontos de vitória desde o começo do jogo. Quanto ao Fel, decidiu juntar muito dinheiro e pouco ponto de vitória, o que foi suficiente para sua identidade quase não-secreta aparecer: Não tenho mais chances de vitória, estou em último! E isso no começo do jogo! Aos poucos, foi construindo residências, aumentando sua cota de dinheiro por turno e comprando ouro
e outros recursos para então surpreender mais uma vez, com sua arma ultra-mortífera! Comprou o castelo que dá 25 pontos de vitória e ficou a apenas 1 ponto de diferença para mim, que era o "que liderava para uma vitória certa", segundo o próprio. Fiz uma construção que trocava tecidos por pontos de vitória. O Mosca-Morta, muito sorridente e já com seu tradicional "agora acho que tenho chances", coloca seu trabalhador nessa construção, lamentando: "Estou dando ponto para o Warny!", expressão que se repetiria várias vezes. No final, qual não foi sua surpresa ao notar que a troca permitida pela construção não era dois recursos quaisquer por pontos. O erro fez com que perdesse os pontos necessários para a vitória, segundo ele. E ainda falou que eu fui o responsável por ter explicado errado o benefício! E depois sou eu que reclamo!!!
No final, fiz 75 pontos contra 70 do Fel. Antônio Marcelo com pouco mais de 50, ficou em terceiro, com o Baiano em quarto. O que importa é que todos gostaram da partida, que imortalizou o Caylus como jogo-mascote do Triunvirato das Peças. Afinal o jogo tem Castelo, Calabouço e Torre!

AGRICOLA - O GOLPE FINAL!

Fomos para uma partida de Agricola. Foi a primeira vez que joguei com 4 jogadores. A partida foi travada no final, até pela escassez de madeira e disposição das ações ao longo dos turnos. Eu baixei a carta "Axe" logo no início (que me possibilitava construir quarto de madeira por 2 de madeira e 2 de junco) e comecei a juntar esse material. Tentei me estabilizar na comida, baixando um Minor que, toda vez que eu pegava um grão, me dava um adicional, além de comprar o forno mais valioso que assava até 2 grãos por 4 de comida. Mas não consegui plantar e assar, pois o Baiano estava com essa estratégia, fazendo vários fields e grãos todo turno. Antônio Marcelo era o rei da Minor Improvement e Ocupation. E dessa vez se preocupou em fazer o terceiro membro da família mais cedo que todos. Fel Mosca Morta continuou suas lamentações, ainda mais quando eu fiz 2 quartos de madeira e 4 estábulos na mesma ação. "Ele vai ganhar!". Não se falou nada quando ele construiu vários pastos, pegou 5 ovelhas de uma vez só, criou gado muito cedo, plantou grãos e vegetais, além de ser o único em boa parte do jogo que tinha cinco ações por turno. Sem falar que pelo fato de que o "Starting Player" ficou quase todo o jogo comigo ou com o Antônio Marcelo, ele quase nunca era o último a jogar. Eu estava com uma boa vantagem, mas tive que gastar grão pra alimentar a família, já que não conseguia plantar. Enquanto isso, Fel se desenvolvia a passos largos, dando o golpe final que havia faltado no Caylus. Resultado: Fel com 55 pontos (recorde!), Warny com 38, Antônio Marcelo com 29 e Baiano com 22. E a Mosca Morta atacou novamente...

Personagens:

André "Mosca Morta Dissimulada" Felipe - Também conhecido como Fel, o Mosca Morta costuma se lamentar o jogo todo, apostar que vai chegar em último, e na última rodada dizer "acho que tenho alguma chance" pra fazer o recorde absoluto de pontos dos jogos. Outra arma do ser tirânico é atacar os outros com palavras inglesas incompreensíveis.

Warny Marçano - Por mais que uma jogada seja favorável, esse que vos fala tem que reclamar sempre. A não ser quando chega o final da partida, na hora em que os pontos são contados e devidamente anotados!

Antônio Marcelo - Dono da Caverna das Peças e dos sete (ou seriam oito? ou nove?) gatos que habitam o local lúdico. Mas ultimamente o Mosca Morta tem dominado o lugar, agricolamente falando.

Baiano - O contador de histórias das jogatinas! Sua próxima meta é fazer o deck T do Agrícola com cartas em homenagem a Tolkien e ao Senhor dos Anéis.

Victor Zavandor - O mestre de vários jogos, o Maratonista das Galáxias ainda estava em overdose de Agricola. Mas sua obsessão por pontos de vitória logo no começo foi bem representada pelo Baiano no Caylus.


Warny Marçano

terça-feira, 14 de outubro de 2008

"A Joga dos Aprendizes" ou "A queda da Lenda" ou "A volta por cima de um segundo colocado"


por Warny Marçano
Prólogo
Resolvi dar um tempo no meu blog de Cinema para escrever um Session report da mais nova jogatina que está se organizando aqui no Rio de Janeiro. Estamos ainda desenvolvendo um nome condizente para o evento. Mas o que se pretende acima de tudo é a divulgação do nosso hobby, ao lado logicamente do Calabouço das Peças e do Castelo das Peças.
Ah e aproveito para informar ao tradicional escritor desse blog que atende pela alcunha de André "Mosca Morta Dissimulada" Felipe que se esse que vos fala "gosta de pegar na ferramenta de 4", ele adora uma comida na chamada Cabana do Amor. A vingança nunca tarda!!!

Sábado
13h17
Chego ao Bob's Off Shopping e encontro Japa e Estevão jogando Uno. É um ótimo jogo para passar o tempo e fica mais engraçado com as novas regras inventadas por eles, dando diferentes atribuições para algumas cartas. Testamos mais uma vez já com a Cecília integrada ao grupo.
13h54
Victor "Zavandor" chega (atrasado!) espumando de vontade de jogar Phoenicia (que dizem as más línguas ser filho bastardo de The Scepter of Zavandor). A presença de tão ilustre lenda dos Jogos foi enriquecedora no sentido de todos nós aprendermos novas estratégias. Afinal, Victor é Vossa Majestade do In The Year of the Dragon, Maratonista das Galáxias do Race For The Galaxy, Senhor Absoluto de The Scepter of Zavandor e a Lenda do Phenicia. Mas dessa vez aconteceu o inesperado. Uma data histórica em nosso evento. A queda da Lenda.
14h28
Com a chegada de novos participantes, já estava montada uma mesa de Phoenicia, outra de Stone Age e uma de Puerto Rico, essa última comigo jogando.
O Puerto Rico, na minha humilde opinião, não merece estar na segunda posição do BGG, perdendo para o famigerado Agrícola, no qual nem joguei ainda, mas que só jogo quando estiver em uma posição a sua altura! Ou seja, abaixo de Puerto Rico! Quanto à partida, jogamos em 3 (com Eduardo e Rodrigo na mesa). Consegui produzir bastante milho e tabaco cedo, o que me deu bastante VP no começo do jogo. Eduardo também fez a estratégia de exportação, e Rodrigo (que estava jogando pela primeira vez) não exportou muito, mas construiu bastante. Até a metade da partida, estava com boa vantagem, mas Eduardo e Rodrigo começaram a me marcar, que fiquei bloqueado tanto no navio (não tinha meu próprio navio) quanto na casa de venda (não tinha o office). Resultado: Eduardo (49), Rodrigo (46), Warny (44).
No Stone Age, André fazia jus ao título de Mosca Morta dissimulada, dizendo que não ia conseguir ganhar. Vinte minutos depois, venceu com sobras. Dessa vez, a Lenda do Stone Age continua imbatível.
No Phoenicia, a situação era diferente. Victor dizia ter testado novas estratégias que não deram certo e que ficaria no máximo em segundo. E foi o que aconteceu. Jogo vencido pelo Thiago, que já tinha feito jogo duro comigo no Caylus. Agora dizem que a Lenda tentará conseguir essa alcunha no Jogo da Pulga. Vamos ver se consegue tal feito.
16h19
Mais três mesas são formadas. André resolve jogar Notre Dame, eu abro uma partida de Stone Age e Victor vai para um Galaxy Trucker. E o slogan de nossa jogatina já vai se formando, para desespero de Marco Aurélio "Monster Game" Bouzada:
"Jogos meia-boca também são jogos bons".
Mas é lógico que tem outros mais polêmicos!
"RPG está fora de moda! A nova onda agora são os jogos de tabuleiro!"
E o já tradicional:
"Jogos bons são jogos rápidos!"
De repente o deputado Camilo Sujeira coloca um deles em seus famigerados discursos.
O Notre Dame terminou com vitória apertada do André (74) sobre o Rodrigo (72). Consegui ganhar o Stone Age, mais pela experiência de pegar algumas cartas e cabanas essenciais. Mas com o tempo, o pessoal pegou o espírito do jogo e passou a considerar as cartas fatores bastante importantes para o jogo. No Galaxy Trucker, Victor venceu lembrando sua fama de Maratonista das Galáxias. E a partida teve direito até a nave com apenas um tile! E que por pouco não desapareceu no espaço!
17h53
Alexandre, aprendiz do Cacá "Sapateiros de Catan", resolve mostrar suas versões caseiras de Condottiere e de Batle Line. Esse último fiquei com vontade de conhecer, tamanha a empolgação que o André ficou depois de ter jogado e vencido mais uma partida no dia.
Enquanto isso, Victor deixa sua posição de Professor dos Jogos para aprender o Keythedral com o Japa (o promoter do evento!). Provavelmente o Bouzada deve considerar o jogo nem meia boca, mas 1/8 de boca. Eu particularmente gosto bastante do jogo. Apesar de ter demonstrado que estava se divertindo na partida, Victor começou a desdenhar dizendo que o Keythedral é "apenas um jogo divertido". Mas que estava feliz pelo seu segundo lugar. Lendas sabem ser condescendentes.

18h47
Enquanto o "Twilight Keythedral" continuava rolando, abrimos uma mesa de Puerto Rico com André Felipe, Eduardo, Pedro e eu. Da mesma forma que na primeira partida, jogamos sem expansão. André e eu compramos a Factory e conseguimos ganhar dinheiro para construções. Eduardo ficou no meio termo enquanto Pedro investiu no café e fez uma boa pontuação de construções. Da metade para o final, o jogo ficou entre eu e André, mas pela falta de quarry, André não fez uma boa pontuação de construções, enquanto eu fiz 2 construções tipo 4. Resultado: Warny (50), André Felipe (41), Pedro (32), Eduardo (28).
21h04
O pessoal já estava indo embora, de modo que ficaram apenas 4 pessoas. Resolvemos então jogar um Glory To Rome, que cada vez mais eu gosto. Apesar do designer um tanto duvidoso, o jogo tem uma boa mecânica de role selection e uma curva de aprendizado muito boa. A desvantagem são algumas cartas que contrariam a condição normal de vitória e de término do jogo, como o Fórum. Mas nada impede de se jogar sem elas. Eduardo estava jogando pela primeira vez e só se encontrou no jogo lá pela metade. Eu tentava construir, mas não conseguia os recursos para terminar as construções. Victor acabou ganhando o jogo, depois de André esbravejar que não conseguia pegar carta azul de forma nenhuma. E depois sou eu que fico reclamando!
22h19
Nessa hora rolou uma certa polêmica. Victor e André queriam jogar Agrícola. Para isso, até estavam dispostos a pegar o jogo no esconderijo terrorista do Cacá. Mas logicamente o único número 1 que existe, Puerto Rico, reinou novamente e acabamos por jogar uma terceira partida, dessa vez com expansão. Victor ficou em último, dizendo que havia entendido errado um prédio tipo 4. Eduardo se encheu de victory points no começo do jogo, mas ficou sem dinheiro para comprar um prédio grande. Com black market, church, library e wharf, consegui vencer mais uma. André pegando Settler 3 vezes, tendo Construction Hut, ficou apenas na segunda posição, ainda esbravejando que não consegue jogar Puerto Rico direito ainda. E depois sou eu que fico reclamando (2)! Resultado: Warny (51), André Felipe (44), Eduardo (39), Victor (34).
Epílogo
Era quase meia-noite e ainda tive que aguentar as gracinhas do Victor dizendo que eu levei o Hacienda à toa! A partir de agora vou fazer propaganda para o Hacienda ser o númeo 1 do BGG!
Mas...quando será a próxima partida de Agrícola???
Ficha Técnica:
Número de Participantes: 15
Duração do evento: 11 horas
Jogos: Puerto Rico (3), Stone Age (2), Uno (2), Notre Dame (1), Phoenicia (1), Batle Line (1), Condottiere (1), Keythedral (1), Galaxy Trucker (1), Glory To Rome (1)
Jogos que poderiam ter rolado, mas que por algum motivo não viram mesa: Agrícola, Hacienda, Guillotine, Mykerinos, Galactic Emperor.