sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Calabouço Fantasma

Fazia bastante tempo que eu não aparecia no Calabouço então foi uma surpresa encontrar tudo mais organizado e bonito, com direito até a mural de fotos!

Quando cheguei fui recebido pelo Cacá que estava testando um novo dispositivo suicida num dos supostos jogos do Leo Rossi. Falando em Leo Rossi ele finalmente deu as caras no Calabouço portando uma misteriosa bolsa vermelha nos ombros. Secretamente apostamos que o conteúdo da mala eram os seus jogos preferidos "Floresta Encantada I e II", Jogo da Vida do Bob Esponja e uma edição comemorativa dos 35 anos de Super Trunfo no Brasil. Logo em seguida chegou o Americano, que deu uma geral na minha mochila sem a minha permissão, já se preparando para o embate no Through the Ages com o Bouzada. Fiquei emocionado ao ver a reação entusiasmada do Americano quando o Cacá explodiu um Banco Imobiliário dos Simpsons (ninguém sabe o dono) com um dos seus brinquedinhos islâmicos.


Novo painel de fotos do Calabouço.

O Bouzada chegou sedento por um jogo que durasse no mínimo 8 horas. Menos tempo que isso já é considerado um "jogo fraco" por ele. O Fel chegou com uma mala de jogos para entregar aos seus fiéis clientes do RJ. Eu comprei um Leonardo da Vinci, mas quando comentei o preço que estava pagando (1200 reais – preço fora da tabela) quase lincharam o Fel por causa da nova
filosofia de preços justos, honestos e éticos para jogos de tabuleiro. Um deles, mas exaltado, disse que o Fel não podia agir assim, enganando um sujeito inocente e puro como o Cadu que nunca havia comprado jogos de tabuleiro antes. O bom foi que, para salvar a própria pele, o Fel concedeu um desconto bacana na casa dos dois dígitos, um brinde cativante, fez em 10x sem juros, e ainda convenceu a todos que a sua atitude mostrava que as acusações estavam
fundamentadas em argumentos subjetivos e portanto não eram válidas. Ufa!!!

Para amenizar o clima tenso por causa da questão insan..., quero dizer dos preços, começamos uma partida de Ghost Stories. Nela representamos um grupo de monges Taoístas (sei lá que jonça é essa) que estão defendendo a vila em que moram da invasão de fantasmas cruéis e anti-éticos. O problema é que matar fantasma com espada não é uma das melhores estratégias. Na vila existem alguns locais onde os monges podem receber ajuda para espantar os maus espíritos.


Os monjes taoístas se virando no Ghost Stories.

Nesse momento eu faço uma pausa para dizer que o Carlão estava do meu lado dando pitaco nas minhas jogadas. Retomando a narrativa posso dizer tranqüilamente que os fantasmas se divertiram bastante fazendo picadinho dos monges facas cegas. Para cada fantasma que conseguíamos eliminar (quando conseguíamos!), surgiam mais três piores. Tudo quanto era macumba para espantar os dito-cujos não funcionava. E não tinha Gasparzinho não!!! Eram só fantasmas de elite ou das forças especiais!!! Um deles trancava todos os seus "tokens" de ataque. Outro trancava um dado. Outro tirava a habilidade especial do monge, já outro jogava uma maldição que trazia mais fantasmas para o jogo ou diminuía o QI da galera. Nossos QIs foram diminuídos a um nível estapafúrdio, inimaginável... Tinha jogador, cujo QI já estava tão adulterado, que estava acusando em voz alta: "Tem fantasma anti-ético dando susto a um preço muito alto". No fundo, no fundo... tudo história de fantasmas. Inacreditável.

Perdemos o jogo no nível mais fácil depois que o chefão, que parecia o Shamou depois de umas doses de Tequila, chegou tocando o terror e enchendo a vila de assombração. Carlão tava eufórico do meu lado!!!

Depois dessa confusão toda o Artur chegou com os salgados e dentre as opções um cachorro-quente com salsicha transgênica. Fel fez declarações reveladoras, mas que não podemos contar neste horário. Bouzada tava pensando. Cacá mostrou como reage o Deputado Camilo Sujeira quando alguém resolve atacá-lo no Antike. Carlão não conseguia ser convidado para jogar. O Through the Ages estava bem no início ainda, quase pós-setup. Leo Rossi contou lindas histórias e emocionantes relatos de suas partidas de "Bosque Feliz" em reunião com a família. Bouzada
continuava pensando. Americano, enquanto Bouzada pensava, lia o best-seller "Marley, Chuck Norris e Eu". Shamou estava comprando card-game em algum lugar. Cadu comentava estar satisfeito ao perceber que nada mudou.


A nova arrumação das mesas.

O Leo Rossi, numa tentativa de convencer a galera que ele também joga jogo de macho, puxou um "Rum and Pirates". O Shamou ia gostar desse jogo... bebida com pirataria!!! Não pude participar porque a turma que destrói guarda-chuva já estava no portão e eu não queria chegar encharcado em casa.

Posso dizer que foi produtivo meu retorno ao Calabouço. Aprendi muito nesta reunião. Recebi uma tabela de preços praticados atualmente no comércio de jogos de tabuleiro, a qual fui estudando no caminho de casa para não ser mais ludibriado. Também fui estudando as traduções para o português dos termos lúdicos estrangeiros, pois esta "lei" ainda está em vigor. Quando eu estava saindo o Leo Rossi gritou da janela que piada repetida perde a graça, mas aacusação dele é fundamentada em termos... vocês sabem...

Qui. 20 - Muito papo, muita risada e jogos light


Mesão jogando Ghost Stories.

Ontem rolou estreia oficial da nova arrumação do Calabouço, ficou bem maneiro agora com duas estantes de jogos, quadro de fotos, mais lixeiras, cantinho pras mochilas e uma mesa grande que funciona. Chegando por lá o povo tava pilhado pra jogar o Through the Ages, mas eu tava numa de jogar mais coisas então pulei pra mesa do Ghost Stories, ainda teve uma pra dois de Lost Cities.

Tentando espantar as maldições estávamos eu, Fábio, Cadu e Rafael mas dessa vez a coisa tava feia, muitos "dementadores" no jogo, vários fantasmas mais fortes e todo mundo com a mão podre, foi um tal de morre e ressucita que não tava legal. Depois de muito tentarmos acabamos tendo uma oportunidade de matar a chefona mas não conseguimos, no complemento da rodada assombramos o quarto tile e perdemos o jogo.

Depois disso rolou uma divisão de mesa, Léo Rossi, Rafael, Fel e Zé sentaram pra jogar um Rum & Pirates e eu/Carlão e Fábio/Groo puxamos um DOG.


Os piratinhas passeando no Rum & Pirates.

A partida tava indo bem até a chegada do Camilo pra dar uma zoada geral (o maluco tem mais de 200 partidas de DOG, então qualquer coisa que você fazia ele zoava), e depois de um final emocionante a dupla Fábio/Groo acabou ganhando por 8x7.

Depois rolaram mais umas mesas de Lost Cities e eu e Groo fomos jogar umas de Hive. Jogamos duas partidas e acabou rolando uma vitória pra cada lado.


Mesa "all night long" de TTA.

De volta juntando o povo (eu, Fel, Léo Rossi, Camilo, Fábio e Zé) todo rolou um mesão de Barbarossa. Esse é um "party-game" clássico do Klaus Teuber, cada jogador tem disponível uma massinha e tem que fazer duas formas para os outros jogadores descobrirem o que é, mas as formas não podem ser fáceis demais nem difíceis demais senão quem fez perde ponto.

A mesa foi uma zona só, muitas risadas e geral usando os cubos de "um palpite a qualquer hora", e como você só podia dar o palpite depois de um erro (pela regra do Léo Rossi) rolaram as perguntas mais estapafúrdias. Ganhou o Camilo e o resto não.


As esculturas do Barbarossa.

Depois disso pra terminar a noite filler rolou um Saboteur. Como sempre muitos anões safados, o Camilo tocando o horror e o Groo ganhando o prêmio de "funcionário do mês" do sindicato dos anões. Depois das três rodadas o Zé e o Groo fecharam o jogo empatadados e dividiram os louros da vitória.

Ainda rolou uma mesa quase non-stop de Dungeon & Dragons Minis e quando a galera saiu de lá por volta das 3 e pouco o Through the Ages ainda tinha mais "uma horinha" para acabar.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Qui. 13 - Jogatina light mas divertida

Ontem rolou um Calabouço bem maneiro e tranquilo, estava cheio (deviam ter umas 20 pessoas) mas mesmo assim não estava muito barulhento, e acabou dando pra jogar na paz.

Quando eu e o Fel chegamos já estava rolando uma mesa de Manila com o Rodrigo Gonzales, Filipe, Arthur e Rafael, então eu resolvi mostrar um protótipo meu para o Fel, jogamos algumas rodadas para ter uma primeira impressão do jogo e nesse meio tempo chegaram o MGM e o Fábio, paramos com o joguinho e puxamos um Ghost Stories.


Visão geral do tabuleiro do Ghost Stories.

Nele somos monjes Taoístas que tem espantas as assombrações manadadas por Wu-Feng, Lorde dos Nove Infernos, que vem assolando as vilas do Império Médio.

Ele é um jogo cooperativo com uma mecânica super simples de se entender, temos uma matriz 3x3, cada tile tem um poder que ajuda aos monjes na sua empreitada. Na sua rodada o jogador puxa um fantasma, aloca ele onde é determinado, tenta exorcizar um deles e passa para o outro jogador.

Mas não se deixe enganar, a simplicidade está só na mecânica, pois os jogadores só ganham se matarem o big-boss do final e o "jogo" ganha de várias formas, e se não fosse jogarmos no modo "newbie" e estarmos cagando um absurdo nos dados acho que não venceríamos, mas deu pra ver que o jogo é muito bacana.


Filipe, Carlão, Gonzales e Saulo jogando Sorry Sliders!.

Depois a galera que tinha terminado o Manila já tinha jogado umas partidas de Sorry Sliders! e depois partiram para um Automobile com o Carlão, Bouzada, Filipe, Gonzales e Saulo. A gente puxou então um Sator Arepo Opera Rotas.

Nesse somos abades tentando recuperar 4 livros que estão espalhados num labirinto de plataformas que se movem em um abismo. Quanto a mecânica, os jogadores tem pontos de ação que usamos para ativar cartas.

Temos disponíveis 2 tipos de deck, um comum a todos que usamos para mover ou rotacionar as plataformas e um da nossa cor, que tem apenas um tipo de cada carta, que tem ações um pouco mais complexas.

[merchandising on]
O jogo é bem bacana e eu certamente comprarei com um dos meus amigos cariocas que vendem jogos de tabuleiro a preços convidativos e formas de pagamentos super confortáveis. [merchandising off]


Meu abade pronto pra ir buscar os livros no Sator.

Falando sério, o jogo é bacana sim e aberto a todo tipo de cubreagem, o Fel como já tem as manhas pegou os 4 livros antes, mesmo eu e o Fábio (que acabamos empatados com 2 livros) fazendo de tudo pra dar rasteira nele.

Para terminar a minha noite, ficamos jogando umas partidinhas de Sorry Sliders!, foram 3 seguidas e cada um ganhou uma para ninguém ficar triste.

------------------ Session by Fel à partir de agora

Depois do Sliders, joguei três partidas de Hive com o Fábio, êta joguinho viciante. Muito rápido , boas tomadas de decisão, no final ganhei duas e empatamos a outra depois da papagaida de começarmos os dois com a abelha-rainha.

Acabado o Hive, pensamos em dividir duas mesas de três, uma com Brass outra para uma learning session de Duck Dealer. No entanto, em prol do espírito de união enaltecido pelo Bouzada, fizemos uma mesa só, com 6 jogadores de Battlestar Galactica. Depois da twilight explicação, eu puxei minha carta e vi que era um cylon (traidor para quem não conhece a série/jogo). Comecei a sabotar os projetos e vi que rapidamente a situação estava complicando para eles. Minha carta de cylon permitia danificar duas partes da nave, tirei o FTL drive (eles não poderiam dar pulos e se livrar das naves atacantes) e os meus queridos centuriões estavam rapidamente tomando conta de Battlestar.


Visão geral do tabuleiro do Battlestar. Foto BGG.

Depois do segundo pulo, o Bouzada decidiu pegar um atalho e eles andaram 3 passos em direção a Terra (de um total de 8), nesse momento o jogo estava muito mais pra mim e eu já tinha me revelado, deixando a nave bastante avariada e uma situação de caos à bordo, com troca de presidência e o presidente terrorista preso pelo Adama . Eu de Darth Cylon Vader só atrapalhando o progresso , maquinando a ruína da Battlestar, saem as novas cartas de lealdade, os centuriões avançam, dominam a nave , o simpatizante colorido e o Bouzada que não fizeram NADA ganharam o jogo junto comigo , monte de sanguessuga cylon!

Nisso eram mais de 4 da manhã e o Bouzada ainda queria puxar coisas como Le Havre e Steam. Eu decidi jogar uma partidinha de Dominion: Intrigue lá embaixo enquanto bouzada/fábio/filipe jogaram Taluva. Foi bem boa a partida, usei basicamente o Upgrade (1 card/+1 action/remodel de +1 de custo) e o Tribute (revela 2 cartas, dependendo do q for vc pega carta/grana/action). Ganhei apertado do Arthur , 39 a 31 com a Sílvia em terceiro com 20.


Um zoom nos monjes do Ghost Stories.

O povo lá embaixo estava animado para jogar Saboteur (que eventualmente o sabotador chegou ao ouro, inédita essa) e nós partimos para a 2ª partida de Ghost Stories da noite. O ponto alto sem dúvida foi que, ao final da explicação Arthur e Bouzada falaram categoricamente "esse jogo é muito fácil", "não pode ser assim, tem alguma regra errada". No meio do jogo, o Bouzada soltou um "é, o jogo não é tão simples quanto parece". No final do jogo, eu morri, fui ressuscitado só para pegar um monstro que tira 1 QI e com o tabuleiro cheio, perdia mais um QI e morri sem nem jogar. Filipe morreu também, o tabuleiro tinha 12 fantasmas (o máximo) e 4 com capacidade para assombrar nossa vila (sendo que um tile já estava assombrado e com 3 a gente morria). Em suma, era só escolher como iríamos perder. Não chegamos nem a ver o Wu-Feng Incarnation.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

qui. 06 - Férias Suínas = casa cheia

Eu agora tenho aparecido no Calabouço só pra pagar a mensalidade (mas espero que esse mês isso mude), e ontem na minha volta a casa estava lotada, devem ter passado umas 30 cabeças por lá e alguns ilustres como o Daniel (do Heavy-Games de Brasília) e o Caldas (jogador das antigas mas que raramente aparece).

Como eu estava seco para jogar peguei logo um que estva na minha alça de mira a algum tempo, o Automobile. No jogo somos empreendedores que durante a era de ouro do automobilismo construimos fábricas para vender nossos carrinhos aos ávidos consumidores.


Automobile na terceira rodada.

O jogo merece todo o alarde feito nele, classudo com regras simples de explicar (isso é raro para o padrão Martin Wallace) e mesmo assim sinistro de "pegar" que estratégia seguir.

A nossa partida foi bem interessante, com o Bouzada investindo pesado nos carros populares e o Caldas nos carros de luxo (eu e o Daniel fazíamos qualquer carro e víamos no que ia dar). Na última rodada o Caldas produziu demais e acabou derrubando o jogo dele deixando a vitória pro Bouzada, da metade pra baixo eu fiquei em terceiro e o Daniel em último.

Depois dessa boa partida emendamos outro Wallace, o Steam. Dessa vez o mapa usado foi o da Europa e o miolo ficou bem congestionado logo de cara.


Miolo congestionado no Steam.

O Bouzada abriu dianteira aumentando os links logo no primeiro turno e ninguém mais conseguiu segurar o cara, a disputa ficou para as outras posições. O Caldas começou a construir uns links doidos que acabaram dando uma boa pontuação pra ele no final garantindo a segunda colocação de novo eu repeti a terceira (demorei demais para aumentar meus links) e o Daniel ficou em quarto.

Várias mesas tinham acabado demos uma redestribuída, eu acabei puxando uma mesa de Dominion: Intrigue para conhecer as novas cartas, aproveitando que o Arthur não estava por perto para me pancar, sentamos eu, Zé, Bouzada e Bruno.


Cartinhas interessantes no Dominion: Intrigue.

Essa expansão tem muito mais interação entre os jogadores, na nossa configuração os destaques foram a Tribute (que usa as duas cartas do deck adversário pra te dar benefício) , Ironworks (que compra uma carta de até 4 e dá um benefício dependendo da compra) e a Courtyard (que pega 3, fica com duas e coloca uma no topo do deck).

Eu consegui alavancar meu tesouro logo no início e quando o Bruno comprou a primeira Pronvíncia deu pra seguir e ainda comprar uns Ducados à mais. No final ganhei com o Zé em segundo, Bruno em terceiro e o Bouzada em quarto.


Porradaria estancando no Nexus Ops.

Para fechar a noite a mesma mesa pegou um Nexus Ops. A partida não chegou a terminar, melhor pra mim que estava com a configuração inicial ruim (só minas de 1) e com a mão podre (as aranhas tavam apanhando até de humano).

Quando saí de lá as 4:50h ainda tinham umas 15 pessoas e mesas de Warcraft: The Boardgame, Amum-Re e Citadels rolando.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Review Dominion Intrigue - Parte 1 Custo 2 e 6


Smith Custo 2 com uma pequena desvantagem? Nah, essa carta é totalmente broken, se custasse 4 e tivesse as duas na mesa, eu ainda escolheria a Courtyard. Ela te permite salvar uma action que você não ira utilizar nesse turno para o próximo ou seu excesso de gold.


Carta extremamente versátil, muito forte se jogado junto com um Village ou Festival. Tendo action disponível, um de gold e uma carta é praticamente um mini Market.

Meio duvidosa porém devido ao custo acaba vendo o jogo. Um erro bem comum é de achar que essa carta e um Moat, ela não defende porém ela consegue alterar as cartas do topo do seu baralho permitindo por exemplo que você de uma maneira esquisita se defenda de um Thief porém ineficiente conta uma Witch. Comprar 2 e colocar 2 no topo não é nada de fantástico nesse caso. Quanto ao efeito dela serve para transformar lixo da mão e um de grana, na hora certa pode vir a calhar + no geral Moat da de dez nela.


Idéia bem interessante uma carta mista de action e ponto de vitória. O Custo é alto se você encarar os benefícios de forma individual, por um a menos você teria um ponto a mais e por 6 o efeito de action é bem caro. Achar o tempo certo para essa carta não é tão simples, no começo ela é ruim pois o beneficio é pequeno e muito no final o Duchy e melhor. Compre-a quando o jogo começar a dar sinais que pode acabar. Pode funcionar legal desde o começo numa estratégia de action e draw extra.

Muito do que foi dito para o Nobre vale aqui. Difícil de julgar o tempo certo para essa carta já que é inferior ao Duchy e ao Gold. Porém muito melhor fazer oito para comprar uma província e ter ponto na mão do que fazer dez para comprar uma província sem ponto na mão. Se bem dosado faz uma diferença que pode garantir a vitoria.

Ps: Cuidado com Thief, ter gold roubado já e chato, ter ponto roubado nem se fala.

Só para dizer que não falei de flores

Participantes

Arthur /Fel / Gonzales / Bouzada / Felipe Ilha / Original / Aviso (Warny) / Groo / Zé Colmeia /Carlão / Thiago /Ney / Lucas / Alessandro / Franklin

JOGOS que viram MESA

Dominion "Castle" / Dominion Intrigue / Giants / Sliders / Palavra Cruzadas / Taluva / Le Havre

Frases que não deveriam ter sido ditas

Fel: To Obsoleto no dominion.
Bouzada (AKA: boi) : Aí se pega é como o boi.
Arthur: Se beliscar o buraco eu me fodo.
Ney: Se o Bouzada ganhar quero revanche ( sem saber que a partida ia levar 5h+)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Qui. 16 - Casa vazia, mas animada

Ontem o Calabouço tava com quorum baixo, quando cheguei estavam o Arthur (baleado com a garganta ruim) e o Americano (calibrado com a vodka já quase pelo meio). Eles estavam "setando" um Dominion, e eu entrei no jogo.


Mão do Dominion. Foto BGG.

Com Chapel, Garden e Witch na mesma mesa, fica difícil saber que caminho tomar (principalmente se você não é muito bom de Chapel). O Arthur não tava muito bem, então jogou mal pro nível dele, o Americano atacou de Chapel e mandou muito bem, eu prefiri ir de Garden, mas não consegui crescer o deck na velocidade que eu pretendia. Final Americano em primeiro, eu em segundo e Arthur em terceiro.

Nisso já tinham chegado o Zé e Fel e antes de jogarmos alguma coisa mais séria atacamos de Risco Total pra apresentar a galera. O jogo funciona legal com várias pessoas, e apesar de ser um jogo de farra, tem sua graça. Mais uma vitória do Americano.

Depois o Arthur foi se recolher e o Filipe chegou, então resolvemos jogar alguma coisa mais séria, e o escolhido da noite foi o Steam (com o mapa da alemanha).


Foto ruim pra cacete dos tiles do Steam.

Nesse momento o Americano já estava extremamente "calibrado" então começou construindo uns trilhos pro nada e perguntando toda hora pra que serviam as paradas (num dia bom, acho que ele vai jogar bem o jogo), o Zé fez uma abertura muito ruim e isso deixou ele meio mal o resto do jogo, eu e o Fel nos posicionamos bem, mas eu não dei muita importância para o "city growth" então no final mesmo com uma boa cobertura, não tinha bens para levar. O Filipe também tava com uma boa cobertura, mas acabou precisando de muita grana, o que deixou ele mal na pontuação final.

No final vitória do Fel, comigo em segundo dois pontos a frente do Zé, com o Filipe em quarto, o Americano desistiu na terceira rodada (depois de fazer malcriação, hehehehehe).


Taluva já bem avançado. Outra foto ruim.

Ficamos batendo papo e como já tinham chegado o Rocco e o Original dividimos as mesas, uma galera foi jogar mais Dominion (Arthur, Zé, Filipe e Rocco) e outra foi jogar Taluva (eu, Fel e Original).

O Original ainda não conhecia o Taluva e se amarrou no jogo. A partida tava bem parelha, mas o Fel cresceu o olho na expansão das cabaninhas e acabou ficando sem pra construir, o que fez ele ser eliminado do jogo, o Original jogou bem, e não ganhou por pouco. Eu fiz meu joguinho e ganhei.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Qui. 09 - Botes, torres, dados e camelos

Férias de julho é sempre divertido no Calabouço, ontem foi dia de casa lotada de novo (passaram mais de 20 pessoas), com as ilustres presenças do Marcelo Maypur e do Léo Rossi.

Quando cheguei já tinha um povo bom, e com a velha pergunta "o que vamos jogar?" a gente decidiu puxar um Powerboats pra ir pensando no próximo jogo.




Nessa corrida o "piloto-exibição" da vez foi o Léo, que enquanto os outros se preocupavam com o trajeto ele ia dar seu 'oi' pra torcida. Na frente a disputa tava boa entre o Fábio e o Maypur, enquanto o Warny tentando assegurar seus 100% (1 vitória em 1 jogo) fazia manobras arriscadas, resultado, não chegou ao final. Eu estava indo bem, mas quando os óculos do piloto cairam, ele tentou contornar a boia no outro sentido e perdeu várias posições e não se recuperou. O finalzinho foi emocionate e a colocação está alí abaixo da foto.

Depois começaram as divisões de mesa, o Fel e o Warny puxaram um Lord of the Rings: Confrontation, enquanto eu, Léo, Mayapur e Fábio começamos um Timbuktu.


Foge dos ladrões camelinhos!! Timbuktu.

Nesse jogo temos que levar a nossa caravana até Timbuktu, evitando os saqueadores para chegarmos com a maior quantidade de produtos possíveis. O jogo trabalha com dedução e devido a combinações de cartas você tem uma idéia de onde os ladrões vão agir em cada momento do jogo.

O jogo é muito bom, tenso e cheio de coisas a serem observadas para tentar não prejudicar muito a sua caravana e colocando a dos adversários na reta. O Fábio ficou em primeiro, com o Léo em segundo, Mayapur em terceiro e eu em último.


O jogo é bom e bonito. Torres.

Depois disso a galera já tinha puxado um Small World então a nossa mesa jogou um Torres para esperar. Para quem não conhece esse é um jogo abstrato, onde utilizamos pontos de ação para crescer os castelos e com isso pontuar. A partida foi disputada, e eu ganhei com dois pontos de diferença pro Léo, o Mayapur ficou logo atrás com o Fábio em último.

Depois depois de uns sorteios de mesa (todo mundo queria jogar a mesma coisa), fechamos uma mesa de Alea Iacta Est (eu, Fel, Léo e Warny) e uma de Tribune (Zé, Mayapur e Fábio).

O Alea é um jogo de alocação de dados em prédios (estilo Kingsburg), com algumas coisas interessantes, mas mais light. Mesmo sendo um jogo basicamente de rolagem de dados ele tem a sorte bem resolvida, pois temos várias formas de alocação o que dá uma dinâmica interessante.


Setup inicial do Alea Iacta Est.

Como era a primeira partida de todos, muitas dúvidas sobre o que fazer. No final ganhei com poucos pontos de diferença pro Léo (de novo), com o Warny em terceiro e o Fel em último.

Pra fechar a noite mistureba de mesas de novo e abrimos um Puerto Rico (eu, Arthur, Warny e Fábio) e um Gloom (Fel, Léo e Zé).


Puerto Rico bem no comecinho.

Puerto Rico é daqueles jogos muito bons que eu não consigo jogar bem, ele necessita um aprendizado de muitas partidas, e acaba que eu não jogo muito ele, resultado, só porrada. Ontem não foi diferente, com o Arthur e o Warny sabendo exatamente o que estavam fazendo, restou pra mim e pro Fábio disputar o terceiro lugar. No final o Warny ganhou deixando o Arthur em segundo, o Fábio em terceiro dois pontos na minha frente.

Nas outras mesas espalhadas rolaram várias partidas de Dominion, também rolou um DOG e um Saboteur e alguma coisa que eu devo ter perdido de vista no andar de baixo (mas acho que o povo ficou lá mais batendo papo mesmo), e foi isso nessa quinta.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Qui. 02 - Invasão newbie

O Calabouço dessa 5ª feira foi marcado pela aparição de cinco novatos! Sempre bom ver o meio crescendo, espero sinceramente que continuem voltando como o Daniel e o Fábio.

Quando eu cheguei, o Bouzada estava jogando Taluva com o André e o Zé. Eu, Americano e Arthur, puxamos um Dominion enquanto a galera não aparecia.

O Deck estava muito bizarro. Witch, Festival, Throne Room, Militia, Laboratory e sem cartas custo 2. Com o Militia e a Witch, sem o Moat, o jogo acabou ficando muito lento. No começo do jogo, rolaram uns turnos mortos pois a galera não quis comprar estate. Determinado turno, com 2 de grana, eu decidi comprar só pra anular uma curse. E foi o estate milagroso que assegurou um empate com o Americano. Detalhe, ninguém conseguiu comprar Province. Foram 3 ducados pra cada lado e o deck acabando por falta de village/festival/curse.


As pecinhas maneiras do Taluva. Foto BGG.

Acabado o Dominion, pensamos em fazer uma nova partida usando o "swindler" do Intrigue (custo 3, +2 de grana, trash na carta do topo do deck do oponente e dá uma de igual valor pra ele). No entanto, o Bouzada acabou o Taluva e eles decidiram montar uma partida de Princes of Machu Picchu. Como eu estou há um tempão devendo a explicação decidi juntar-me a mesa de Princes e deixei Danko, Americano, Rocco e Arthur jogando o Dominion. O Princes foi um jogo que a minha primeira partida foi uma catástrofe. Provavelmente por causa de alguma Rogério Edition, pois essa é minha 4ª partida e eu passei a gostar bem mais dele. O grande barato é que você pode ter uma vitória dos Incas, com uma pontuação simples de set collection ou pelos espanhóis com multiplicadores para aqueles com mais ouro. Então é possível jogar buscando qualquer uma das duas estratégias e isso torna o jogo bem interessante. Jogamos com o setup pré-definido. O jogo acabou se arrastando um pouco por conta da parada para os salgados. A partir do 7º dia, o André, meio de saco cheio/meio querendo que os espanhóis ganhassem acelerou bem a partida. Eu consegui concentrar bem meus trabalhadores e ganhei, apertado do Bouzada, 23 a 21.

Nesse meio tempo, a galera novata chegou e jogaram Ziegen Kriegen, Saboteur e Citadels. Lá embaixo, a famosa mesa de Scrabble tinha que rolar com os veteranos Rocco, Danko, Renato e André.


Mapa e meeples do Princes. Foto BGG.

Depois do Princes, fazendo aquecimento pro campeonato , decidimos encarar um Powerboats com um circuito em "8" feito pelo Zé com curvas bem fechadas. Cubra Racing do Zé, Flying Dutch (minha) e "The Originals" do Daniel entraram no circuito junto com o Bouzada e o Fábio para um duelo que se mostraria emocionante. Logo de cara eu abri uma boa vantagem , o Daniel tava bem na minha cola, com Zé e Bouzada correndo por fora e o Fábio tirando fotografia da paisagem. Depois da 2a bóia, eu abri uma vantagem boa e começou uma briga interessante
pelo 2o lugar entre o Zé e o Daniel. No final das contas, eu acabei ganhando com uma certa folga e o clímax da corrida ficou por conta do Daniel. Se ele tirasse um 3 no dado, ficava em 2o , caso contrário , o Zé fechava a corrida. Ele acabou tirando 1 e perdendo no finalzinho pra Cubra Racing a medalha de prata. O Fábio que de fotógrafo virou dublê, fez questão de botar a 5a marcha pra explodir a lancha no muro. Nesse meio tempo, rolou um Powerboats solitaire do Bouzada tentando chegar depois de muito azar nos dados. Flying Dutch vem com a faca nos
dentes pro campeonato.


Um mapa típico do Saboteur. Foto BGG.

Nisso, a galera estava preparando para ir embora mas decidiram esperar o salgado, nisso rolou uma partida de Attribute (que eu não joguei pois o Ney acredita que os Ursinhos carinhosos são reais e isso me espantou da mesa) e um Dog com o Bouzada/Daniel contra Fábio/Zé. Daniel e Bouzada abriram uma vantagem enorme, chegaram a estar 4 a 1 mas a virada veio pela falta de humildade do Bouzada e depois que o Zé fechou , foi só empurrar o Fábio para eles fecharem em 10 a 7.

Quando eu fui embora, ainda tinha a Anne (mais uma novata do sexo feminino) , o Filipe, um newbie que veio da Ilha para jogar e um bom pessoal na 2ª mesa de Saboteur. Mais uma noite bem agradável e com muita gente nova. Agora é torcer para que o grupo sempre cresça.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Still working!!!



É só pra avisar que o Calabouço continua funcionando, apesar do povo não ter postado nada nas últimas duas semana.

Quinta-feira (dia 2) estaremos todos lá, à partir das 19:00h. Apareçam.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Ranking "Calabouço" para jogos de corrida



Seguindo as sugestões da galera estou fazendo um levantamento de quem está na pilha de criar um ranking para os joguinhos de corrida, que seriam os seguintes: Powerboats, Formula-D e o ainda inédito Snow Tails.

Quem se habilita? A idéia é até dar as novíssimas camisetas Calabouço das Peças como premiação. Nessa quinta vou fazer a convocação ao vivo e se tudo correr bem, mostrar o Snow Tails pra galera conhecer.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Calabouço Especial parte II: Cai uma Lenda

Como eu e Cacá não jogamos juntos , resolvi fazer um report com as outras partidas.

O Calabouço de ontem começou de forma muito peculiar: Uma partida de Puerto Rico comigo, Bouzada, Caldas e os Irmãos Metralha (Saulo e Fábio) e do outro lado, recebemos a visita do Caco e da Carla, lá de Niterói, junto com o Léo, jogando o Age of Empires III.

A partida de Puerto Rico certamente foi o ponto alto. Como o jogo do Bouzada é em alemão, jogamos com um homemade dos prédios da expansão. Comprei um prédio de storage e a lighthouse (meu prédio favorito apesar de só ter jogado 3 vezes). Obtive um saudável monopólio virtual do Café enquanto o Caldas era o produtor latifundiário de Indigo , o Bouzada fazia de tudo e o Saulo competia com ele no Tabaco. O Fábio era o Barão do Açúcar. No final das contas, eu e Fábio compramos um prédio grande mas na minha ganância , não peguei o Mayor e não populei o prédio, perdendo 9 pontos no processo. Ainda assim, foi suficiente pra lenda , Bouzada-2000partidasnobsw perder por 2 pontos pra mim.


Confucius, um jogo que faz jus ao nome.

Depois disso, rolou uma Twilight learning session de Confucius, graças à explicação de 1h30 do Rogério, debatendo as regras com o Bouzada. O jogo em si foi uma derrota pra mim. Calculei mal o ministério, fiz uma jogada que custou a bagatela de 7 pontos e fiquei em um lamentável último lugar com uma vitória tranquila do Bouzada. O Confucius é meio "confucius", talvez com a regra avançada o jogo fique mais legal. Ele tem uma mecânica muito interessante com os presentes e tudo mais mas acho que rolou um excesso de mecânicas. Certamente ainda precisarei de mais 1-2 partidas para tentar digerir o jogo.

Separamos as mesas e fui explicar o Stone Age para os Irmão Metralha. Estava há um bom tempo sem jogá-lo , então foi bom pra matar as saudades. Comecei o jogo decidido a jogar de 5-meeple só pra variar um pouco mas quando o Papai Noel (cartinha q dá recurso pra todos) me deu uma fazenda fora de ordem , coloquei o primeiro e joguei com 6 boa parte do jogo. No entanto, um erro muito comum em learning session é pegar mais recursos do que precisa e menos cartas do que precisa. Acabei ganhando com uma certa vantagem (cerca de 105 pontos) do Fábio. O Saulo passou boa parte do tempo apanhando da comida, quando resolveu, juntou uma quantidade abismal de recursos e ganhou 19 pontos no final do jogo só com eles! Com uma boa pontuação em ferramentas, cabanas e set de símbolos, coisa que não costuma valer muito a pena acabei sedimentando a vitória que o Cacá insistia em sacanear que viria.


Stone Age com os Irmãos Metralha (Saulo e Fábio) e o Fel.

Depois disso , com o Cacá indo embora, juntamos a mesa para o Princes of Macchu Pichu. Precisava dar uma boa recordada nas regras e era uma boa opção para cinco jogadores. Confesso que a minha primeira partida tinha sido decepcionante. Não peguei muito bem as mecânicas e a partida tinha sido até meio "robótica". Dessa vez, não sei se em função dos jogadores, tivemos uma partida bem movimentada , sentindo bastante as alterações do mercado. Eu acabei ficando pra trás na parte de pontuação no começo do jogo , trabalhando uma boa economia. O jogo tem dois caminhos absolutamente distintos para a vitória e eu estava em dúvida sobre qual seria o melhor. Vou até reler as regras mas foi uma pontuação muito estranha. Eu acabei vencendo com 9 pontos , o segundo lugar com 8 e os demais com 7 pontos. De qualquer modo, foi muito bom para desfazer a má impressão que eu tinha até o momento do jogo e certamente pretendo jogá-lo mais vezes.

Qui. 11 - Especial de feriado

Ontem teve Calabouço especial de feriado, como sempre começou à partir das 14:00 e segundo o Arthur a galera chegou bem cedo para jogar. Não foi o meu caso, só apareci por volta das 20:30, mas a casa estava cheia com duas mesas fechadas (rolando Confucius e Stone Age) e como tinham 6 cabeças na "de fora" resolvemos jogar um Powerboats.


Uma das mesas do Stone Age que rolou ontem.

Na mesa éramos eu, Fábio, Renato, Arthur, André Boné e Nobre e dessa vez optamos em jogar as três regatas do jogo para ver como seria. E o jogo fica muito maneiro.

Na primeira regata o Renato fez uma corrida impecável e liderou de ponta a ponta, na disputa da segunda colocação eu e o Fábio ficamos bem perto, mas eu cheguei na frente, e o Nobre explodiu. A segunda foi mais comedida, ninguém explodiu e eu na ponta dos dedos consegui terminar na primeira posição, com o Fábio em segundo e o Renato em terceiro (repetindo o pódium mas com as posições diferentes).


O Arthur completamente desorientado no Powerboats.

A terceira regata foi a mais polêmica, decidimos que as boias iriam ficar em espaços diferentes aos determinados pela FIP (International Federation of Powerboats) o que gerou muita discussão na equipe do Renato e atrapalhou a sua concentração fazendo com que ele acabasse explodindo. Eu acabei ganhando novamente, mas foi bem apertado com o Fábio na cola o tempo todo, o André chegou na terceira posição. No quadro abaixo a posição final dos jogadores.



Depois do Powerboats as mesas foram divididas, a galera do Through the Ages já tinha montado a mesa (Bouzada, Americano, Ney e Arthur) e o resto ficou separado em uma mesa com Stone Age (Fel, Fábio e Saulo) e uma com Small World (eu, Nobre e Luis).

Apresentei o jogo para o Nobre e o Luis que pegaram a regra bem rapidinho, a partida foi bem disputada, mas como eu tinha mais jogos acabei ganhando com uns 10 pontos de vantagem para o Nobre com o Luis ficando em último.


Final do Small World.

Depois disso rolaram mais duas partidas de Dominion, uma só comigo e com o Luis e outra com o Nobre jogando. A primeira serviu para o Luis aprender o jogo, e ele já mostrou na segunda partida que tinha entendido direitinho, usando muita Witch ele ficou dando ponto negativo pra galera, mas como tinha Renovate e Gardens acabou sendo uma boa essas cartas à mais. No final eu ganhei por um ponto do Luis com o Nobre ficando em terceiro.

Já eram mais de duas da matina e hoje eu não tive vida mansa, deixei a galera montando uma mesa de Princes of Machu Pichu. Espero mais reports da galera que jogou mais cedo.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Jun. 04 - Vários novatos e um velho de guerra.

O Calabouço de ontem foi bem bacana, casa bem cheia com uma galera novata apareceu pra conhecer, o Shamou re-apareceu e ainda ficou pra jogar (isso é mais raro) e a galerinha de sempre.

Quando eu cheguei o Fel estava explicando o Small World para a galera e eu completei a mesa que já tinha o Bouzada, Fel, Groo e Fábio.


Rocco (de costas), André, Saulo e Arthur no Kingsburg.

Com o mapa pra 5 o jogo fica bem maneiro, são 8 rodadas para terminar, o que faz com que você pense nos declínios mais a curto prazo. Eu consegui um bom combo dos humanos que estavam com o "stout", que deixa declinar no final da sua jogada, não perdendo um turno.

Outra coisa que funcionou bem foi pegar as raças que já vinham com algum troquinho, só nessa brincadeira eu angariei uns 6 pontos. A maior pontuação na mesma rodada ficou por conta do Fábio que com uma combo de Amazonas Berserkers fez 14 pontos, mas fica muito enfraquecido e não deu pra declinar à tempo com elas. No final eu ganhei, com o Bouzada em segundo, Fábio em terceiro, Groo em quarto e Fel em último.


O mapa quase todo tomado no Small World.

Nas outras mesas uma partida de twilight Kingsburg (que contava com o Saulo, André Boné, Arthur e Rocco) e uma de Memoir '44 terminando. O Bouzada abriu um Princes of Renaissance (pra galera colecionadora, o jogo tava "unpunched") que contou com ele, Fel, Americano, Fábio e Shamou.

Depois de muito bate papo com a galera abriu-se uma mesa de Nexus Ops (Saulo, Groo, Newbie e Arthur) e uma de Taluva comigo, Danko, Zé e Rocco.


Cacá (vermelho) sendo dizimado pelos "deuses" no Taluva.

Depois de explicar o jogo para o Danko e pro Rocco o Zé (discipulo de mosca-morte) se apressou em dizer que o "Cacá sempre ganha", "tem que marcar é o Cacá" e essas coisas.

Resultado, eu colocava uma cabana e os "deuses" me castigavam jogando um vulcão em cima, foi assim o jogo praticamente todo, nisso o Danko foi abrindo uma boa frente e estava pra ganhar, mas aí eu dei uma acelerada nas construções e acabei ganhando, com o Zé em segundo, Danko em terceiro e Rocco em último.


Princes of Renaissance "cabaço" no Calabouço.

As outras mesas ainda estavam rolando então eu, Fel e Danko puxamos um Powerboats. Corridinha básica com o Zé (Brawn GP) assumindo a liderança e não largando dela, tá foda jogar Powerboats com o Zé (hehehheheh). Depois de uma manobra errada o Danko deixou escapar a segunda colocação e eu fiquei com ela.

Depois pra fechar a noite um Saint Petersburg. Partida super parelha até o finalzinho que acabou sendo decidida nos nobres, o Zé conseguiu 10 enquanto eu e o Danko ficamos com 8 e assim ficou Zé em primeiro, Danko em segundo e eu em último.

Enquanto isso a galera pegou um Sitting Duck Gallery e terminaram a quinta num GOA.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Camisas!!!

Dados da Camisestas

100% Algodão, fio 30.1 penteado. Apenas como dado comparativo, a camiseta Hering World T-shirt possui trama 28.1 penteada.

Tamanhos
Masculina P / M / G / GG
Altura(CM) 69 / 70 / 71 / 71
Largura(CM) 50 / 51 / 53 / 55

Baby Look P / M / G / GG
Altura(CM) 54 / 56 / 59 / 60
Largura(CM) 40 /41 / 42 / 44

Branca : R$ 17.90
Preta : R$ 20.90

Frete Estimado : R$ 3.60

Desconto de R$ 1,00 por camiseta após a primeira.





As cores finais podem dar uma variada por conta da impressão.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mai. 28 - Chove chuuuuuuva, chove sem parar!

Ontem, segundo alguma fontes, foi celebrado o Dia Internacional do Jogo de Tabuleiro e como caía numa quinta-feira nada melhor do que comemorar jogando.

Quando cheguei no Calabouço tinham 2 novos jogadores, o Fábio e o já apelidado Americano II (o Cadu vai adorar o carinha, hehhehehehe) que junto com o Bouzada e o Arthur estavam no final da explicação do Bombay, preferi esperar mais gente.


O Bouzada apresentando aos novatos o Bombay.

Logo depois chegaram Fel, Americano (original) e Zé juntamente com o Renato que já estava por lá abrimos a primeira mesa da noite de Powerboats. A cada partida acho esse um dos jogos de corrida mais legais que tem, o sistema de velocidade dele é bacana e a forma como a corrida se desenvolve é muito interessante e diferente.

Nessa primeira corrida eu e o Zé abrimos uma certa dianteira, eu fazendo uma corrida conservadora (o meu primeiro d3 não saiu do lugar) e o Zé enfiando o pé, no segundo pelotão Americano tava "veloz e furioso" o que resultou em manobras arriscadas e numa explosão majestosa. Lá na frente a disputa tava boa, mas o Zé deu uma de Dick Vigarista e acabou enfiando a cara nas pedras, o que resultou numa vitória tranquila minha com o Renato em segundo e o Fel em último.


Uma das três corridas do Powerboats da noite.

Depois reorganizamos as mesas, uma galera ficou no Stone Age outra no Kingsburg e eu, Bouzada, Fel e Zé abrimos um Le Havre.

O jogo tem 20 rodadas e em cada rodada temos uma série de 7 passos a serem realizados, a cada passo o jogador da vez tem uma série de ações possíveis (pegar recursos, comprar prédios, construir prédios e usar prédios disponíveis), no final desses 7 passos abrimos um dos navios que ficam disponíveis para compra e inicia-se uma rodada.

Só que a cada final de rodada temos que alimentar os nossos trabalhadores e fica cada vez mais difícil suprir essa demanda de comida. No final quem tiver mais grana ganha, essa grana é conseguida vendendo produtos, com o valor dos prédios e navios comprados e mais alguns bonus extras.


O porto de Le Havre e seus produtos.

Enfim, o jogo é FODA, super apertado cheio de decisões apertadas e muito bem amarrado. Como éramos todos novatos (tirando o Bouzada), ninguém sabia muito bem o que tava fazendo, mas conseguimos até boas pontuações, eu poderia ter ficado numa posição melhor, mas precisei pegar vários empréstimos para pagar a comida do meu povo e não pude na rodada final alavancar os pontos, o Zé também poderia ter feito mais pontos, ele tava com um bom combo mas não investiu nele, o Fel também ficou prejudicado pelos empréstimos, mas mesmo assim fez uma pontuação muito boa e ficou em segundo lugar uns 50 pontos atrás do Bouzada que detonou todo mundo, eu fiquei em terceiro 3 pontos na frente do Zé.

Depois disso a chuva ainda castigava a cidade, a rua estava com água pela metade da roda dos carros, resultado, ninguém ia embora e geral ficou jogando mais um pouco. Abriu-se uma mesa de Amun-Re (já com um outro novato, o Saulo, irmão do Fábio) e a galera que quis um jogo mais rápidinho (eu, Fel, Arthur e Zé) jogou nova partida de Powerboats.


Já que tá chovendo, vamos comer né?

Essa não teve ninguém destruído, mas teve o barco randômico do Arthur que ia pelos caminhos mais bizarros para chegar na linha de chegada. Novamente no pelotão da frente eu e Zé estávamos indo bem, mas por conta de um erro de estratégia de equipe, peguei o caminho mais longo e cheguei atrás do Zé, o Fel ficou em terceiro e decidimos que o Arthur chegaria em algum momento em último.