sexta-feira, 31 de julho de 2009

Review Dominion Intrigue - Parte 1 Custo 2 e 6


Smith Custo 2 com uma pequena desvantagem? Nah, essa carta é totalmente broken, se custasse 4 e tivesse as duas na mesa, eu ainda escolheria a Courtyard. Ela te permite salvar uma action que você não ira utilizar nesse turno para o próximo ou seu excesso de gold.


Carta extremamente versátil, muito forte se jogado junto com um Village ou Festival. Tendo action disponível, um de gold e uma carta é praticamente um mini Market.

Meio duvidosa porém devido ao custo acaba vendo o jogo. Um erro bem comum é de achar que essa carta e um Moat, ela não defende porém ela consegue alterar as cartas do topo do seu baralho permitindo por exemplo que você de uma maneira esquisita se defenda de um Thief porém ineficiente conta uma Witch. Comprar 2 e colocar 2 no topo não é nada de fantástico nesse caso. Quanto ao efeito dela serve para transformar lixo da mão e um de grana, na hora certa pode vir a calhar + no geral Moat da de dez nela.


Idéia bem interessante uma carta mista de action e ponto de vitória. O Custo é alto se você encarar os benefícios de forma individual, por um a menos você teria um ponto a mais e por 6 o efeito de action é bem caro. Achar o tempo certo para essa carta não é tão simples, no começo ela é ruim pois o beneficio é pequeno e muito no final o Duchy e melhor. Compre-a quando o jogo começar a dar sinais que pode acabar. Pode funcionar legal desde o começo numa estratégia de action e draw extra.

Muito do que foi dito para o Nobre vale aqui. Difícil de julgar o tempo certo para essa carta já que é inferior ao Duchy e ao Gold. Porém muito melhor fazer oito para comprar uma província e ter ponto na mão do que fazer dez para comprar uma província sem ponto na mão. Se bem dosado faz uma diferença que pode garantir a vitoria.

Ps: Cuidado com Thief, ter gold roubado já e chato, ter ponto roubado nem se fala.

Só para dizer que não falei de flores

Participantes

Arthur /Fel / Gonzales / Bouzada / Felipe Ilha / Original / Aviso (Warny) / Groo / Zé Colmeia /Carlão / Thiago /Ney / Lucas / Alessandro / Franklin

JOGOS que viram MESA

Dominion "Castle" / Dominion Intrigue / Giants / Sliders / Palavra Cruzadas / Taluva / Le Havre

Frases que não deveriam ter sido ditas

Fel: To Obsoleto no dominion.
Bouzada (AKA: boi) : Aí se pega é como o boi.
Arthur: Se beliscar o buraco eu me fodo.
Ney: Se o Bouzada ganhar quero revanche ( sem saber que a partida ia levar 5h+)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Qui. 16 - Casa vazia, mas animada

Ontem o Calabouço tava com quorum baixo, quando cheguei estavam o Arthur (baleado com a garganta ruim) e o Americano (calibrado com a vodka já quase pelo meio). Eles estavam "setando" um Dominion, e eu entrei no jogo.


Mão do Dominion. Foto BGG.

Com Chapel, Garden e Witch na mesma mesa, fica difícil saber que caminho tomar (principalmente se você não é muito bom de Chapel). O Arthur não tava muito bem, então jogou mal pro nível dele, o Americano atacou de Chapel e mandou muito bem, eu prefiri ir de Garden, mas não consegui crescer o deck na velocidade que eu pretendia. Final Americano em primeiro, eu em segundo e Arthur em terceiro.

Nisso já tinham chegado o Zé e Fel e antes de jogarmos alguma coisa mais séria atacamos de Risco Total pra apresentar a galera. O jogo funciona legal com várias pessoas, e apesar de ser um jogo de farra, tem sua graça. Mais uma vitória do Americano.

Depois o Arthur foi se recolher e o Filipe chegou, então resolvemos jogar alguma coisa mais séria, e o escolhido da noite foi o Steam (com o mapa da alemanha).


Foto ruim pra cacete dos tiles do Steam.

Nesse momento o Americano já estava extremamente "calibrado" então começou construindo uns trilhos pro nada e perguntando toda hora pra que serviam as paradas (num dia bom, acho que ele vai jogar bem o jogo), o Zé fez uma abertura muito ruim e isso deixou ele meio mal o resto do jogo, eu e o Fel nos posicionamos bem, mas eu não dei muita importância para o "city growth" então no final mesmo com uma boa cobertura, não tinha bens para levar. O Filipe também tava com uma boa cobertura, mas acabou precisando de muita grana, o que deixou ele mal na pontuação final.

No final vitória do Fel, comigo em segundo dois pontos a frente do Zé, com o Filipe em quarto, o Americano desistiu na terceira rodada (depois de fazer malcriação, hehehehehe).


Taluva já bem avançado. Outra foto ruim.

Ficamos batendo papo e como já tinham chegado o Rocco e o Original dividimos as mesas, uma galera foi jogar mais Dominion (Arthur, Zé, Filipe e Rocco) e outra foi jogar Taluva (eu, Fel e Original).

O Original ainda não conhecia o Taluva e se amarrou no jogo. A partida tava bem parelha, mas o Fel cresceu o olho na expansão das cabaninhas e acabou ficando sem pra construir, o que fez ele ser eliminado do jogo, o Original jogou bem, e não ganhou por pouco. Eu fiz meu joguinho e ganhei.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Qui. 09 - Botes, torres, dados e camelos

Férias de julho é sempre divertido no Calabouço, ontem foi dia de casa lotada de novo (passaram mais de 20 pessoas), com as ilustres presenças do Marcelo Maypur e do Léo Rossi.

Quando cheguei já tinha um povo bom, e com a velha pergunta "o que vamos jogar?" a gente decidiu puxar um Powerboats pra ir pensando no próximo jogo.




Nessa corrida o "piloto-exibição" da vez foi o Léo, que enquanto os outros se preocupavam com o trajeto ele ia dar seu 'oi' pra torcida. Na frente a disputa tava boa entre o Fábio e o Maypur, enquanto o Warny tentando assegurar seus 100% (1 vitória em 1 jogo) fazia manobras arriscadas, resultado, não chegou ao final. Eu estava indo bem, mas quando os óculos do piloto cairam, ele tentou contornar a boia no outro sentido e perdeu várias posições e não se recuperou. O finalzinho foi emocionate e a colocação está alí abaixo da foto.

Depois começaram as divisões de mesa, o Fel e o Warny puxaram um Lord of the Rings: Confrontation, enquanto eu, Léo, Mayapur e Fábio começamos um Timbuktu.


Foge dos ladrões camelinhos!! Timbuktu.

Nesse jogo temos que levar a nossa caravana até Timbuktu, evitando os saqueadores para chegarmos com a maior quantidade de produtos possíveis. O jogo trabalha com dedução e devido a combinações de cartas você tem uma idéia de onde os ladrões vão agir em cada momento do jogo.

O jogo é muito bom, tenso e cheio de coisas a serem observadas para tentar não prejudicar muito a sua caravana e colocando a dos adversários na reta. O Fábio ficou em primeiro, com o Léo em segundo, Mayapur em terceiro e eu em último.


O jogo é bom e bonito. Torres.

Depois disso a galera já tinha puxado um Small World então a nossa mesa jogou um Torres para esperar. Para quem não conhece esse é um jogo abstrato, onde utilizamos pontos de ação para crescer os castelos e com isso pontuar. A partida foi disputada, e eu ganhei com dois pontos de diferença pro Léo, o Mayapur ficou logo atrás com o Fábio em último.

Depois depois de uns sorteios de mesa (todo mundo queria jogar a mesma coisa), fechamos uma mesa de Alea Iacta Est (eu, Fel, Léo e Warny) e uma de Tribune (Zé, Mayapur e Fábio).

O Alea é um jogo de alocação de dados em prédios (estilo Kingsburg), com algumas coisas interessantes, mas mais light. Mesmo sendo um jogo basicamente de rolagem de dados ele tem a sorte bem resolvida, pois temos várias formas de alocação o que dá uma dinâmica interessante.


Setup inicial do Alea Iacta Est.

Como era a primeira partida de todos, muitas dúvidas sobre o que fazer. No final ganhei com poucos pontos de diferença pro Léo (de novo), com o Warny em terceiro e o Fel em último.

Pra fechar a noite mistureba de mesas de novo e abrimos um Puerto Rico (eu, Arthur, Warny e Fábio) e um Gloom (Fel, Léo e Zé).


Puerto Rico bem no comecinho.

Puerto Rico é daqueles jogos muito bons que eu não consigo jogar bem, ele necessita um aprendizado de muitas partidas, e acaba que eu não jogo muito ele, resultado, só porrada. Ontem não foi diferente, com o Arthur e o Warny sabendo exatamente o que estavam fazendo, restou pra mim e pro Fábio disputar o terceiro lugar. No final o Warny ganhou deixando o Arthur em segundo, o Fábio em terceiro dois pontos na minha frente.

Nas outras mesas espalhadas rolaram várias partidas de Dominion, também rolou um DOG e um Saboteur e alguma coisa que eu devo ter perdido de vista no andar de baixo (mas acho que o povo ficou lá mais batendo papo mesmo), e foi isso nessa quinta.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Qui. 02 - Invasão newbie

O Calabouço dessa 5ª feira foi marcado pela aparição de cinco novatos! Sempre bom ver o meio crescendo, espero sinceramente que continuem voltando como o Daniel e o Fábio.

Quando eu cheguei, o Bouzada estava jogando Taluva com o André e o Zé. Eu, Americano e Arthur, puxamos um Dominion enquanto a galera não aparecia.

O Deck estava muito bizarro. Witch, Festival, Throne Room, Militia, Laboratory e sem cartas custo 2. Com o Militia e a Witch, sem o Moat, o jogo acabou ficando muito lento. No começo do jogo, rolaram uns turnos mortos pois a galera não quis comprar estate. Determinado turno, com 2 de grana, eu decidi comprar só pra anular uma curse. E foi o estate milagroso que assegurou um empate com o Americano. Detalhe, ninguém conseguiu comprar Province. Foram 3 ducados pra cada lado e o deck acabando por falta de village/festival/curse.


As pecinhas maneiras do Taluva. Foto BGG.

Acabado o Dominion, pensamos em fazer uma nova partida usando o "swindler" do Intrigue (custo 3, +2 de grana, trash na carta do topo do deck do oponente e dá uma de igual valor pra ele). No entanto, o Bouzada acabou o Taluva e eles decidiram montar uma partida de Princes of Machu Picchu. Como eu estou há um tempão devendo a explicação decidi juntar-me a mesa de Princes e deixei Danko, Americano, Rocco e Arthur jogando o Dominion. O Princes foi um jogo que a minha primeira partida foi uma catástrofe. Provavelmente por causa de alguma Rogério Edition, pois essa é minha 4ª partida e eu passei a gostar bem mais dele. O grande barato é que você pode ter uma vitória dos Incas, com uma pontuação simples de set collection ou pelos espanhóis com multiplicadores para aqueles com mais ouro. Então é possível jogar buscando qualquer uma das duas estratégias e isso torna o jogo bem interessante. Jogamos com o setup pré-definido. O jogo acabou se arrastando um pouco por conta da parada para os salgados. A partir do 7º dia, o André, meio de saco cheio/meio querendo que os espanhóis ganhassem acelerou bem a partida. Eu consegui concentrar bem meus trabalhadores e ganhei, apertado do Bouzada, 23 a 21.

Nesse meio tempo, a galera novata chegou e jogaram Ziegen Kriegen, Saboteur e Citadels. Lá embaixo, a famosa mesa de Scrabble tinha que rolar com os veteranos Rocco, Danko, Renato e André.


Mapa e meeples do Princes. Foto BGG.

Depois do Princes, fazendo aquecimento pro campeonato , decidimos encarar um Powerboats com um circuito em "8" feito pelo Zé com curvas bem fechadas. Cubra Racing do Zé, Flying Dutch (minha) e "The Originals" do Daniel entraram no circuito junto com o Bouzada e o Fábio para um duelo que se mostraria emocionante. Logo de cara eu abri uma boa vantagem , o Daniel tava bem na minha cola, com Zé e Bouzada correndo por fora e o Fábio tirando fotografia da paisagem. Depois da 2a bóia, eu abri uma vantagem boa e começou uma briga interessante
pelo 2o lugar entre o Zé e o Daniel. No final das contas, eu acabei ganhando com uma certa folga e o clímax da corrida ficou por conta do Daniel. Se ele tirasse um 3 no dado, ficava em 2o , caso contrário , o Zé fechava a corrida. Ele acabou tirando 1 e perdendo no finalzinho pra Cubra Racing a medalha de prata. O Fábio que de fotógrafo virou dublê, fez questão de botar a 5a marcha pra explodir a lancha no muro. Nesse meio tempo, rolou um Powerboats solitaire do Bouzada tentando chegar depois de muito azar nos dados. Flying Dutch vem com a faca nos
dentes pro campeonato.


Um mapa típico do Saboteur. Foto BGG.

Nisso, a galera estava preparando para ir embora mas decidiram esperar o salgado, nisso rolou uma partida de Attribute (que eu não joguei pois o Ney acredita que os Ursinhos carinhosos são reais e isso me espantou da mesa) e um Dog com o Bouzada/Daniel contra Fábio/Zé. Daniel e Bouzada abriram uma vantagem enorme, chegaram a estar 4 a 1 mas a virada veio pela falta de humildade do Bouzada e depois que o Zé fechou , foi só empurrar o Fábio para eles fecharem em 10 a 7.

Quando eu fui embora, ainda tinha a Anne (mais uma novata do sexo feminino) , o Filipe, um newbie que veio da Ilha para jogar e um bom pessoal na 2ª mesa de Saboteur. Mais uma noite bem agradável e com muita gente nova. Agora é torcer para que o grupo sempre cresça.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Still working!!!



É só pra avisar que o Calabouço continua funcionando, apesar do povo não ter postado nada nas últimas duas semana.

Quinta-feira (dia 2) estaremos todos lá, à partir das 19:00h. Apareçam.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Ranking "Calabouço" para jogos de corrida



Seguindo as sugestões da galera estou fazendo um levantamento de quem está na pilha de criar um ranking para os joguinhos de corrida, que seriam os seguintes: Powerboats, Formula-D e o ainda inédito Snow Tails.

Quem se habilita? A idéia é até dar as novíssimas camisetas Calabouço das Peças como premiação. Nessa quinta vou fazer a convocação ao vivo e se tudo correr bem, mostrar o Snow Tails pra galera conhecer.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Calabouço Especial parte II: Cai uma Lenda

Como eu e Cacá não jogamos juntos , resolvi fazer um report com as outras partidas.

O Calabouço de ontem começou de forma muito peculiar: Uma partida de Puerto Rico comigo, Bouzada, Caldas e os Irmãos Metralha (Saulo e Fábio) e do outro lado, recebemos a visita do Caco e da Carla, lá de Niterói, junto com o Léo, jogando o Age of Empires III.

A partida de Puerto Rico certamente foi o ponto alto. Como o jogo do Bouzada é em alemão, jogamos com um homemade dos prédios da expansão. Comprei um prédio de storage e a lighthouse (meu prédio favorito apesar de só ter jogado 3 vezes). Obtive um saudável monopólio virtual do Café enquanto o Caldas era o produtor latifundiário de Indigo , o Bouzada fazia de tudo e o Saulo competia com ele no Tabaco. O Fábio era o Barão do Açúcar. No final das contas, eu e Fábio compramos um prédio grande mas na minha ganância , não peguei o Mayor e não populei o prédio, perdendo 9 pontos no processo. Ainda assim, foi suficiente pra lenda , Bouzada-2000partidasnobsw perder por 2 pontos pra mim.


Confucius, um jogo que faz jus ao nome.

Depois disso, rolou uma Twilight learning session de Confucius, graças à explicação de 1h30 do Rogério, debatendo as regras com o Bouzada. O jogo em si foi uma derrota pra mim. Calculei mal o ministério, fiz uma jogada que custou a bagatela de 7 pontos e fiquei em um lamentável último lugar com uma vitória tranquila do Bouzada. O Confucius é meio "confucius", talvez com a regra avançada o jogo fique mais legal. Ele tem uma mecânica muito interessante com os presentes e tudo mais mas acho que rolou um excesso de mecânicas. Certamente ainda precisarei de mais 1-2 partidas para tentar digerir o jogo.

Separamos as mesas e fui explicar o Stone Age para os Irmão Metralha. Estava há um bom tempo sem jogá-lo , então foi bom pra matar as saudades. Comecei o jogo decidido a jogar de 5-meeple só pra variar um pouco mas quando o Papai Noel (cartinha q dá recurso pra todos) me deu uma fazenda fora de ordem , coloquei o primeiro e joguei com 6 boa parte do jogo. No entanto, um erro muito comum em learning session é pegar mais recursos do que precisa e menos cartas do que precisa. Acabei ganhando com uma certa vantagem (cerca de 105 pontos) do Fábio. O Saulo passou boa parte do tempo apanhando da comida, quando resolveu, juntou uma quantidade abismal de recursos e ganhou 19 pontos no final do jogo só com eles! Com uma boa pontuação em ferramentas, cabanas e set de símbolos, coisa que não costuma valer muito a pena acabei sedimentando a vitória que o Cacá insistia em sacanear que viria.


Stone Age com os Irmãos Metralha (Saulo e Fábio) e o Fel.

Depois disso , com o Cacá indo embora, juntamos a mesa para o Princes of Macchu Pichu. Precisava dar uma boa recordada nas regras e era uma boa opção para cinco jogadores. Confesso que a minha primeira partida tinha sido decepcionante. Não peguei muito bem as mecânicas e a partida tinha sido até meio "robótica". Dessa vez, não sei se em função dos jogadores, tivemos uma partida bem movimentada , sentindo bastante as alterações do mercado. Eu acabei ficando pra trás na parte de pontuação no começo do jogo , trabalhando uma boa economia. O jogo tem dois caminhos absolutamente distintos para a vitória e eu estava em dúvida sobre qual seria o melhor. Vou até reler as regras mas foi uma pontuação muito estranha. Eu acabei vencendo com 9 pontos , o segundo lugar com 8 e os demais com 7 pontos. De qualquer modo, foi muito bom para desfazer a má impressão que eu tinha até o momento do jogo e certamente pretendo jogá-lo mais vezes.

Qui. 11 - Especial de feriado

Ontem teve Calabouço especial de feriado, como sempre começou à partir das 14:00 e segundo o Arthur a galera chegou bem cedo para jogar. Não foi o meu caso, só apareci por volta das 20:30, mas a casa estava cheia com duas mesas fechadas (rolando Confucius e Stone Age) e como tinham 6 cabeças na "de fora" resolvemos jogar um Powerboats.


Uma das mesas do Stone Age que rolou ontem.

Na mesa éramos eu, Fábio, Renato, Arthur, André Boné e Nobre e dessa vez optamos em jogar as três regatas do jogo para ver como seria. E o jogo fica muito maneiro.

Na primeira regata o Renato fez uma corrida impecável e liderou de ponta a ponta, na disputa da segunda colocação eu e o Fábio ficamos bem perto, mas eu cheguei na frente, e o Nobre explodiu. A segunda foi mais comedida, ninguém explodiu e eu na ponta dos dedos consegui terminar na primeira posição, com o Fábio em segundo e o Renato em terceiro (repetindo o pódium mas com as posições diferentes).


O Arthur completamente desorientado no Powerboats.

A terceira regata foi a mais polêmica, decidimos que as boias iriam ficar em espaços diferentes aos determinados pela FIP (International Federation of Powerboats) o que gerou muita discussão na equipe do Renato e atrapalhou a sua concentração fazendo com que ele acabasse explodindo. Eu acabei ganhando novamente, mas foi bem apertado com o Fábio na cola o tempo todo, o André chegou na terceira posição. No quadro abaixo a posição final dos jogadores.



Depois do Powerboats as mesas foram divididas, a galera do Through the Ages já tinha montado a mesa (Bouzada, Americano, Ney e Arthur) e o resto ficou separado em uma mesa com Stone Age (Fel, Fábio e Saulo) e uma com Small World (eu, Nobre e Luis).

Apresentei o jogo para o Nobre e o Luis que pegaram a regra bem rapidinho, a partida foi bem disputada, mas como eu tinha mais jogos acabei ganhando com uns 10 pontos de vantagem para o Nobre com o Luis ficando em último.


Final do Small World.

Depois disso rolaram mais duas partidas de Dominion, uma só comigo e com o Luis e outra com o Nobre jogando. A primeira serviu para o Luis aprender o jogo, e ele já mostrou na segunda partida que tinha entendido direitinho, usando muita Witch ele ficou dando ponto negativo pra galera, mas como tinha Renovate e Gardens acabou sendo uma boa essas cartas à mais. No final eu ganhei por um ponto do Luis com o Nobre ficando em terceiro.

Já eram mais de duas da matina e hoje eu não tive vida mansa, deixei a galera montando uma mesa de Princes of Machu Pichu. Espero mais reports da galera que jogou mais cedo.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Jun. 04 - Vários novatos e um velho de guerra.

O Calabouço de ontem foi bem bacana, casa bem cheia com uma galera novata apareceu pra conhecer, o Shamou re-apareceu e ainda ficou pra jogar (isso é mais raro) e a galerinha de sempre.

Quando eu cheguei o Fel estava explicando o Small World para a galera e eu completei a mesa que já tinha o Bouzada, Fel, Groo e Fábio.


Rocco (de costas), André, Saulo e Arthur no Kingsburg.

Com o mapa pra 5 o jogo fica bem maneiro, são 8 rodadas para terminar, o que faz com que você pense nos declínios mais a curto prazo. Eu consegui um bom combo dos humanos que estavam com o "stout", que deixa declinar no final da sua jogada, não perdendo um turno.

Outra coisa que funcionou bem foi pegar as raças que já vinham com algum troquinho, só nessa brincadeira eu angariei uns 6 pontos. A maior pontuação na mesma rodada ficou por conta do Fábio que com uma combo de Amazonas Berserkers fez 14 pontos, mas fica muito enfraquecido e não deu pra declinar à tempo com elas. No final eu ganhei, com o Bouzada em segundo, Fábio em terceiro, Groo em quarto e Fel em último.


O mapa quase todo tomado no Small World.

Nas outras mesas uma partida de twilight Kingsburg (que contava com o Saulo, André Boné, Arthur e Rocco) e uma de Memoir '44 terminando. O Bouzada abriu um Princes of Renaissance (pra galera colecionadora, o jogo tava "unpunched") que contou com ele, Fel, Americano, Fábio e Shamou.

Depois de muito bate papo com a galera abriu-se uma mesa de Nexus Ops (Saulo, Groo, Newbie e Arthur) e uma de Taluva comigo, Danko, Zé e Rocco.


Cacá (vermelho) sendo dizimado pelos "deuses" no Taluva.

Depois de explicar o jogo para o Danko e pro Rocco o Zé (discipulo de mosca-morte) se apressou em dizer que o "Cacá sempre ganha", "tem que marcar é o Cacá" e essas coisas.

Resultado, eu colocava uma cabana e os "deuses" me castigavam jogando um vulcão em cima, foi assim o jogo praticamente todo, nisso o Danko foi abrindo uma boa frente e estava pra ganhar, mas aí eu dei uma acelerada nas construções e acabei ganhando, com o Zé em segundo, Danko em terceiro e Rocco em último.


Princes of Renaissance "cabaço" no Calabouço.

As outras mesas ainda estavam rolando então eu, Fel e Danko puxamos um Powerboats. Corridinha básica com o Zé (Brawn GP) assumindo a liderança e não largando dela, tá foda jogar Powerboats com o Zé (hehehheheh). Depois de uma manobra errada o Danko deixou escapar a segunda colocação e eu fiquei com ela.

Depois pra fechar a noite um Saint Petersburg. Partida super parelha até o finalzinho que acabou sendo decidida nos nobres, o Zé conseguiu 10 enquanto eu e o Danko ficamos com 8 e assim ficou Zé em primeiro, Danko em segundo e eu em último.

Enquanto isso a galera pegou um Sitting Duck Gallery e terminaram a quinta num GOA.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Camisas!!!

Dados da Camisestas

100% Algodão, fio 30.1 penteado. Apenas como dado comparativo, a camiseta Hering World T-shirt possui trama 28.1 penteada.

Tamanhos
Masculina P / M / G / GG
Altura(CM) 69 / 70 / 71 / 71
Largura(CM) 50 / 51 / 53 / 55

Baby Look P / M / G / GG
Altura(CM) 54 / 56 / 59 / 60
Largura(CM) 40 /41 / 42 / 44

Branca : R$ 17.90
Preta : R$ 20.90

Frete Estimado : R$ 3.60

Desconto de R$ 1,00 por camiseta após a primeira.





As cores finais podem dar uma variada por conta da impressão.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mai. 28 - Chove chuuuuuuva, chove sem parar!

Ontem, segundo alguma fontes, foi celebrado o Dia Internacional do Jogo de Tabuleiro e como caía numa quinta-feira nada melhor do que comemorar jogando.

Quando cheguei no Calabouço tinham 2 novos jogadores, o Fábio e o já apelidado Americano II (o Cadu vai adorar o carinha, hehhehehehe) que junto com o Bouzada e o Arthur estavam no final da explicação do Bombay, preferi esperar mais gente.


O Bouzada apresentando aos novatos o Bombay.

Logo depois chegaram Fel, Americano (original) e Zé juntamente com o Renato que já estava por lá abrimos a primeira mesa da noite de Powerboats. A cada partida acho esse um dos jogos de corrida mais legais que tem, o sistema de velocidade dele é bacana e a forma como a corrida se desenvolve é muito interessante e diferente.

Nessa primeira corrida eu e o Zé abrimos uma certa dianteira, eu fazendo uma corrida conservadora (o meu primeiro d3 não saiu do lugar) e o Zé enfiando o pé, no segundo pelotão Americano tava "veloz e furioso" o que resultou em manobras arriscadas e numa explosão majestosa. Lá na frente a disputa tava boa, mas o Zé deu uma de Dick Vigarista e acabou enfiando a cara nas pedras, o que resultou numa vitória tranquila minha com o Renato em segundo e o Fel em último.


Uma das três corridas do Powerboats da noite.

Depois reorganizamos as mesas, uma galera ficou no Stone Age outra no Kingsburg e eu, Bouzada, Fel e Zé abrimos um Le Havre.

O jogo tem 20 rodadas e em cada rodada temos uma série de 7 passos a serem realizados, a cada passo o jogador da vez tem uma série de ações possíveis (pegar recursos, comprar prédios, construir prédios e usar prédios disponíveis), no final desses 7 passos abrimos um dos navios que ficam disponíveis para compra e inicia-se uma rodada.

Só que a cada final de rodada temos que alimentar os nossos trabalhadores e fica cada vez mais difícil suprir essa demanda de comida. No final quem tiver mais grana ganha, essa grana é conseguida vendendo produtos, com o valor dos prédios e navios comprados e mais alguns bonus extras.


O porto de Le Havre e seus produtos.

Enfim, o jogo é FODA, super apertado cheio de decisões apertadas e muito bem amarrado. Como éramos todos novatos (tirando o Bouzada), ninguém sabia muito bem o que tava fazendo, mas conseguimos até boas pontuações, eu poderia ter ficado numa posição melhor, mas precisei pegar vários empréstimos para pagar a comida do meu povo e não pude na rodada final alavancar os pontos, o Zé também poderia ter feito mais pontos, ele tava com um bom combo mas não investiu nele, o Fel também ficou prejudicado pelos empréstimos, mas mesmo assim fez uma pontuação muito boa e ficou em segundo lugar uns 50 pontos atrás do Bouzada que detonou todo mundo, eu fiquei em terceiro 3 pontos na frente do Zé.

Depois disso a chuva ainda castigava a cidade, a rua estava com água pela metade da roda dos carros, resultado, ninguém ia embora e geral ficou jogando mais um pouco. Abriu-se uma mesa de Amun-Re (já com um outro novato, o Saulo, irmão do Fábio) e a galera que quis um jogo mais rápidinho (eu, Fel, Arthur e Zé) jogou nova partida de Powerboats.


Já que tá chovendo, vamos comer né?

Essa não teve ninguém destruído, mas teve o barco randômico do Arthur que ia pelos caminhos mais bizarros para chegar na linha de chegada. Novamente no pelotão da frente eu e Zé estávamos indo bem, mas por conta de um erro de estratégia de equipe, peguei o caminho mais longo e cheguei atrás do Zé, o Fel ficou em terceiro e decidimos que o Arthur chegaria em algum momento em último.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Resenha : Nexus Ops (by Cadu)



Se eu fosse uma Corporação Nexus

Se eu fosse líder de uma corporação cruel e inescrupulosa, com objetivos de explorar e conquistar pela força uma lua bem distante no espaço sideral, eu gostaria de comandar a Calabouço Corporation. Colocaria o Americano como Almirante de mar e guerra (mais de guerra lógico). Chamaria o Victor para ser o escriba da perigosa aventura onde ele também teria a missão de dar traduzir os nomes de criaturas hostis como o "Lava Leaper", por exemplo. Deixaria com o Cacá as estratégias de destruição em massa dos adversários que se colocarem no caminho. Contrataria os serviços do Deputado Camilo Sujeira para subornar Rubium Dragons de modo a lutarem sempre do nosso lado. Por fim, colocaria o Bouzada como pensador-mor, lógico para pensar em alguma coisa durante a longa viagem...

Pela-sacos não botaram a Calabouço Corporation no jogo :(



Como não existe a Calabouço Corporation, os jogadores terão que se contentar com a Zyborg Technologies, Galactic Syndicate e etc, que nada mais são que opções de cores para enfrentar a empreitada espacial.

Desculpa esfarrapada para a pancadaria... ou objetivo se preferir!!!

Nexus Ops é um considerado um wargame bem light, cujo objetivo é conseguir pontos através de missões que são executadas durante o jogo. O tabuleiro é montado de forma modular, semelhante ao Catan, com alguns hexágonos simples e outros duplos. Cada hexágono representa um terreno que possui características peculiares. Existem desde planícies rochosas, florestas de liquifungos, lagos de magma incandescente e cristais até um monolito que pode ser descrito como uma área para praticar o "king of the hill".

Componentes Bacanas (porque "bunitinho" não é coisa de macho")

No que se refere aos componentes o Nexus Ops está bem servido. Tudo muito bonito e detalhado, com miniaturas transparentes que não me lembro de ter visto semelhante em outro jogo. O único porém é o monolito que é feito de um papel muito frágil e desmonta com facilidade.

Quem é que vai pra guerra comigo? Pergunta o Cacá.



As unidades militares são as seguintes:

Humanos: São as unidades mais fracas do jogo, logo são usadas como bucha de canhão o tempo todo protegendo assim as raças alienígenas mais importantes. Entretanto são as unidades mais baratas do jogo e servem também, assim como fungoids e cristalines, para obter o cobiçado rubium (diga-se dinheiro) através da mineração.

Fungoid: Um pouco mais fortes que os humanos. Os fungoids são poderosos em seu próprio tipo de terreno, entretanto são frágeis nos cristais.

Cristalines: No que se refere a força os cristalines são muito parecidos com os fungoids, no entanto sendo mais eficazes nos cristais e frágeis nas florestas de liquifungos.

Rock Strider: O Cacá diria: "Cagaio!!!! Uma aranha gigante!!!". E é isso. Uma aranha gigante... e com bônus de ser veloz nas planícies rochosas!!!



Lava Leaper: Nesta lua distante os dinossauros não foram extintos, a além disso gostam de banho de lava vulcânica onde se tornam mais poderosos ainda.... hummm????

Nota do Americano: Eu me alimento de Lava Leapers no café da manhã....

Rubium Dragons: A mais perfeita criatura de combate já existente. Parece que foi inspirado naquelas criaturas voadoras do filme "O Senhor dos Anéis", que agora não lembro a p#@$@@# do nome...

Quando domados podem soltar um hálito de plasma mais potente que o do Shamou após cinco rodadas de cachaça mexicana. Dragões são caros pra caceta, e devem ter sido inspirados no Clint Eastwood pois fazem um estrago danado sendo sempre os primeiros a atacar!



Missão dada é missão cumprida! Ou quase isso

Para vencer o jogo é necessário conseguir 12 pontos cumprindo determinadas missões. Elas são descritas em cartas que os jogadores adquirem ao final de cada rodada. Tem as mais bizarras missões possíveis, desde dominar a maioria de um determinado tipo de terreno a vencer uma batalha na home-base adversária.
Um ponto positivo do jogo é que ele te incentiva para o combate logo cedo, pois não dá tempo de ficar montando estratégias enquanto os adversários fazem pontos. Como a maioria das missões envolve combates, o pau come solto... herrr, melhor dizendo... a pancadaria acontece livremente!

Cubriagem é com as Energizes

Um outro aspecto interessante do jogo são as cartas Energizes. Estas cartas são adquiridas por quem controla o monolito ou quando um jogador perde um combate como defensor. São cartas poderosas que auxiliam bastante e muitas vezes sacaneiam os adversários. Um exemplo clássico é a carta "Gravity Anomaly" que muda a ordem de um combate, uma das características do jogo, fazendo com que os humanos disparem primeiro que as outras unidades deixando os dragões por último.

Brasil x Argentina

O Nexus ops funciona muito bem de 2 a 4 jogadores. Na configuração para 4 jogadores existe uma opção de jogo em duplas. Nesta configuração os jogadores formam times para alcançar o objetivo, que neste caso são 20 pontos. Uma opção bastante interessante para quem só jogou a forma básica do jogo.



Afinal essa jonça de Nexus Ops vale a pena?

Se você gosta de um bom wargame light, rápido de jogar, fácil de explicar e bastante bonito então o jogo é para você. Se você não gosta de jogo com pancadaria (sou da paz, falou!!!), não gosta de seguidas rolagens de dados (tenho azar pacas!!!), e prefere jogos com mais profundidade e desafio então talvez não vá apreciar muito.

Prós e Contras (Tutti Amice ou Vida Ruim?)

Prós: Rápido, bonito, divertido, fácil de jogar.
Contras: Monolito vagabundo, não tem miniatura do Shamou nem a Calabouço Corporation.

Nota do Cadu: 8/10

Mai. 21 - Trem bala pra Chicago e Carnificinas sem cabeça

Ontem depois de 15 dias voltei a uma jogatina no Calabouço, e como vocês podem ver se eu não escrevo o povo que vai também não escreve (cambada de preguiçosos, ehehehehhee).

Chegando lá já estavam o Bouzada, Arthur e Americano e fui logo de cara puxando o Chicago Express para estreiar. Durante a explicação o Fel juntou-se a nós e em 5 começamos a partida.

No jogo somos investidores nas ferrovias americanas, durante a nossa jogada compramos ações das companhias, expandimos as ferrovias e desenvolvemos as cidades para depois de um tempo ganharmos dinheiro com o nosso investimento.


Empresas tentando chegar a Chicago no Chicago Express.

Na primeira partida uma regra errada fez com que logo na segunda rodada uma das companhias atravessasse o tabuleiro inteiro e chegasse a Chicago (que dá uma série de bonus interessantes) logo de cara. Relida a regra percebemos que cada companhia só pode expandir até 3 espaços por ação, o que muda muito o jogo.

A primeira partida foi jogada dessa forma errada até o final, ganhou o Arthur. Depois com a regra oficial o jogo ficou mais interessante, mas não empolgou muito do mesmo jeito, pelo menos ele não é muito demorado. A segunda partida (com a regra certa) também foi ganha pelo Arthur, comigo em segundo e Bouzada e Americano empatados em terceiro (o Fel só jogou a primeira).

Depois tinha uma mesa rolando com Last Night on Earth, decidimos puxar um Cuba para apresenter à mim e ao Americano.


Geral correndo dos zumbis no Last Night.

O jogo é bem bacana, mas para quem chegou a ser intitulado de "o novo Puerto Rico" não chega a isso tudo. Na partida o Arthur deu uma "rushada" nos pontos abrindo boa dianteira logo no início e o Bouzada ficou na produção de charutos.

Eu tentei ganhar pontos no rum e o Americano na água, mas como éramos marinheiros de primeira viagem não soubemos armar bem nossa fazenda e não otimizamos a produção, no final deu a lógica, Arhtur e Bouzada empatados em primeiro, Americano em terceiro dois pontos na minha frente.

Para fechar a noite uma "partidinha" de A Touch of Evil. Na mesa éramos eu, Arthur, Cadu II, Marcelo e Americano, optamos por cada um por sí (que disseram que deixa o jogo mais rápido) e o nosso inimigo era o Cara Sem-Cabeça.


Um bonito tabuleiro para um bom jogo, Cuba.

O jogo é basicamente um "roll-and-move", onde você para nos lugares, pega cartas e dispara eventos, ganha que conseguir matar o "chefão" no lugar certo e na hora certa. Logo de cara percebemos que o Cara Sem-Cabeça é sinistro, pois ele aparece em quase todos os Mistérios que os jogadores puxam, e ele sai batendo em geral até chegar no centro do tabuleiro.

O jogo vai evoluindo nisso, os jogadores tentando se armar para a batalha final e tentando se manter vivo para não perder os benefícios, e nisso ele vai se arrastando por horas à fio. Trocando em miúdos o jogo é legal, mas poderia ser beeeeeem mais curto.


Roll-and-move (and "cubreia") no A Touch of Evil.

Quando percebemos já eram mais de 5:30 e ninguém ainda estava preparado para matar o Cara Sem-Cabeça, aí começamos a cair como moscas ao passo que o Cara só ficava mais poderoso, no final depois de algumas tentativas frustadas (na maoiria dos casos por ações de cubreagem dos outros jogadores) o jogo acabou com a vitória do inimigo.

Mas não pensem que todos ficaram frustrados com a partida, o Americano foi dormir, eu e o Bouzada fomos embora, mas deixamos o Arthur, Cadu II e Marcelo montando uma nova aventura de A Touch of Evil. Na boa, É muita vontade (hehehehhehhe).

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Abr. 30 - Trabalhadores interplanetários

Esse mês foi recheado de Calabouços especiais (por conta dos feriadões) e ontem aproveitamos mais uma véspera de folga para jogar com a galera.

Quando eu cheguei já estavam o Cadu, Arthur, Zé e Rocco e eles se preparavam para um Cave Troll que acabou não acontecendo, como éramos 5 montamos uma mesa de Manila.


Mais um dia de casa cheia no Calabouço.

Enquanto o Cadu explicava o jogo chegaram Fel, Camilo e Victor que sacou o Galaxy Trucker, não deu pra resistir, mudei de mesa imediatamente.

Jogamos o Galaxy com algumas das expansões da Big Expansion, na primeira viagem eu me dei mal e consegui ficar de fora logo na segunda carta, bom pro resto da galera que ganhou grana enquanto eu fiquei zerado. Construí uma nave melhor depois, e quem se deu muito mal foi o Fel que não completou a segunda viagem, tomou um "pusta" prejuízo e ainda ficou fazendo mal-criação dizendo que não ia mais jogar. A terceira viagem foi a mais engraçada com a nave do Camilo chegando depalperada no final, mas com menos conectores expostos e em primeiro, o que lhe rendeu uma boa grana e o segundo lugar com a vitória tranquila do Victor, eu em terceiro e o Fel em último.


Naves preparadas para viajar no Galaxy Trucker.

Depois disso a mesa do Manila também tinha acabado e o Cadu substituiu o Fel para mais uma partida de Galaxy Trucker, novamente um passeio do Victor, mas dessa vez quem sofreu mais com os asteróides foi o Camilo que acabou em último, o Cadu ficou em segundo e eu novamente em terceiro.

Nova rearrumação das mesas, dessa vez o Fel, Bouzada, Warny e Fel puxaram um Indonesia e eu, Camilo e Cadu um Starfarers of Catan.

Eu e o Camilo resolvemos dar uma "rushada" nas colônias, e ficamos disputando pau-a-pau a primeira colocação. Como eu estava muito ruim em "trade-goods" e tava pior ainda em conseguir esse recurso com os outros jogadores, consegui terminar a partida sem ter feito nenhuma Trade Ship.


As naves-mãe do Starfarers.

Enquanto isso o Cadu estava no esquema DIEESE (pegando recursos da Terra todo round) e sendo sacaneado o tempo todo por isso, foi então que derrepente ele começou a pontuar um monte e no final ganhou a partida conseguindo 6 pontos só "hablando" com os ET's, eu fiquei em segundo um ponto na frente do Camilo.

Terminada a nossa partida (não a explicação do Indonesia, cuja a partida foi até as 5h da manhã) já eram uma e pouco da madrugada e eu resolvi ir para casa, mas o povo ficou lá até bem depois (esperamos mais relatos).

terça-feira, 28 de abril de 2009

Calabouço do "Worker"


Feliz Dia do Trabalhador. Foto dos workers do Tribune, BGG.

Tendo em vista o feriado do Dia do Trabalho na sexta o Calabouço do dia 30 novamente não tem hora pra terminar, mas como o povo trabalha quinta o horário de abertura vai ser o mesmo 19:00h.

Esquema de bebidas e salgados também é o padrão (R$ 5,00 bebidas e R$ 2,00 salgados), então apareçam pra gente colocar os "workers" para trabalhar (hehehehhe).

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Calabouço de São Jorge Apresenta: Matar dragão é fácil, difícil é acreditar nos Ursinhos Carinhosos.

Calabouço das peças. Refúgio das maiores lendas do mundo lúdico do qual já se teve notícia. Retiro daqueles incompreendidos de uma sociedade que não entende porque jogos de tabuleiro são tão divertidos. Asilo político do Americano. Esconderijo secreto do Cacá. Para o Shamou ainda é um mistério visto que ele sempre erra o caminho. Para o Arthur uma oportunidade de vender seus experimentos culinários... enfim... um local agradável para uma reunião de amigos.


Tabuleiro do Zavandor. Foto BGG.

Quando cheguei o Fel estava ludibriando o Nobre e o Rodrigo no Scepter of Zavandor, um jogo onde cada um assume o papel de aprendizes de magos e ficam colecionando pedras preciosas para realizar seus truques mágicos. Que coisa linda e singela!!! Chegou-se a dizer que só estavam jogando isto porque o Victor avisou que não viria.

Na parte superior do Calabouço estavam o Bouzada, Leonardo e o Rogério começando uma partida de Cavum. Com a fama do Rogério se estendendo internacionalmente, acredito que deva ter rolado umas duas ou três "Rogério Edition's" durante a explicação das regras.


Zoom no Cavum. Foto BGG.

Juntei-me ao grupo de desabrigados lúdicos Renato, Arthur e André Boné para uma partida de Cave Troll. O Arthur assumiu muito bem o seu papel e começou a importunar todo mundo enviando seus adventures para as salas controladas pelos adversários. Destaque para a vitória do André Boné que com uma jogada final conseguiu 66 pontos de uma só vez saindo do último para o primeiro lugar.


Malditos Trolls do Cave Troll. Foto BGG.

Enquanto isso o Cavum continua.

Para o Age of Empires III junta-se a nós o Zé Colméia enquanto o Arthur fica de fora para salvar sua gata que estava presa atrás de um armário na casa do vizinho.... HUMMM?????
A façanha lhe rendeu vários arranhões e a admiração incondicional do Antônio Marcelo, que gasta centenas de reais por mês com Whiskas.


Novo mundo colonizado no Age III. Foto BGG.

A partida, no entanto, foi um genocídio já que Portugal (Cadu) incorporou o estilo Americano de ser e enviou 9 soldados fazendo extermínio em três localidades do novo mundo, causando pânico geral e queda de bolsas em pleno século XVI. Os espanhóis (Zé Colméia) lamentaram a morte de toda uma geração promissora instalada no Caribe enquanto a França (André Boné) colocava em suas colônias 7 cubras para cada soldado português. Os holandeses (Renato) fizeram dinheiro o jogo todo, usando até de pirataria. Terminaram milionários porém sem colônias promissoras no Novo Mundo.

O Cavum termina e começa o Nexus Ops com a participação de um newbie, o Daniel. O Daniel chegou dizendo que queria jogar Banco Imobiliário... hummm??? Quase foi linchado, apedrejado e guilhotinado na cadeira elétrica. Tinha gente já ligando para o Cacá que adora um evento assim. Seu livramento se deu porque o Fel agora é defensor do Monopoly, garoto-propaganda e fiel consumidor do produto. Ele não permitiu que o Daniel fosse excomungado do mundo lúdico justo em sua estréia no Calabouço.


O "monolito" super protegido no Nexus Ops. Foto BGG.

Já a tal partida de Nexus Ops se deu em homenagem ao feriado de São Jorge, que matou um dragão e ficou famoso. Nesta partida os candidatos a matadores de dragões, além do Daniel, foram o Bouzada, o Leonardo e mais um cubra que não lembro quem era. Melhor para o Leonardo que entende tudo de dragão e não permitiu que o Bouzada cuspisse fogo por estas bandas.

Depois os grupos se juntam para uma partida de Saboteur. Neste jogo um grupo de anões está escavando túneis para chegar ao local onde se encontram pepitas de ouro. Entre os anões está um grupo de sabotadores secretos que tem a missão de impedir que os demais cumpram a tarefa. Depois de explicadas as regras o Rodrigo pergunta quais dos anões parecem bonzinhos. Cada vez eu tenho mais certeza de que esse sujeito precisa de alguma terapia.

Destaque para o Nobre, que em sua primeira jogada como sabotador já deixou claro para todos os demais quem ele era de fato. Para todos menos para ele que achou que estava blefando muito bem. Outro destaque foi o Bouzada querendo enganar como sabotador, mas implorando ao Nobre que o ajudasse com as picaretas e lamparinas danificadas.


A mina dos anões do Saboteur. Foto BGG.

O Arthur, outro sabotador (tinha que ser), bem que tentou mas os anões sinceros, honestos e trabalhadores venceram os sabotadores nas três empreitadas e o Cadu e Rodrigo dividiram a vitória com 8 pepitas cada um. Interessante também foi ver como ninguém confia no Fel, Mosca Morta reconhecida até no Camboja, que mesmo sendo um anão cumpridor de suas obrigações legais era alvo constante dos seus colegas trabalhadores. Vida ruim!

Partimos para o Attribute. Nele um dos jogadores declara um tema e os demais devem colocar atributos para este tema. Os jogadores recebem ovelhas negras ou ovelhas brancas, e devem escolher se os atributos escolhidos para o tema serão pertinentes ou não baseados nestas ovelhas (que birutice!!!). Se o jogador achar que o atributo escolhido por um adversário tem haver com o tema então ele "se associa" através de um tapa (coisa de doido!!!) para ganhar pontos.


As ovelhinas (?) do Attribute. Foto BGG.

A partir daí aconteceram as coisas mais bizarras possíveis. Os que tem ovelhas negras não querem associação com ninguém, e por isso para o Fel o Padre Marcelo Rossi é azul, para o Arthur um vinho de 12 anos é anal-retentivo (hummm?), para o Nobre amarelo é uma circunferência, para o Bouzada os Albinos são cidadãos do Zimbábue, para o Daniel pular de um prédio é uma coisa super natural e bacana, e para o Rodrigo os Ursinhos Carinhosos são reais e maravilhosos. Tô dizendo que esse garoto precisa de terapia.

Eram quase 01:00 da madruga. Fui para casa com a sensação de que nem o Shamou poderia superar o que ocorreu por aqui hoje. Mas aí já é pedir demais!!!